
Fernando Castelo Branco
1ºSargº.MMT
Terceira - Açores
Estas fotos foram feitas no dia 23 de Maio de 2010,durante as comemorações do 51º Aniversário da Base Aérea nº5,em Monte Real.
A sua imponência,não nos permitem fazer qualquer tipo de comentário.












Para todos vai o meu abraço na generalidade, o meu particular vai sim direitinho para o Nosso Comando da tertúlia, pela Sua abnegação em defesa da causa que Se propôs.
Em Maquela do Zombo, quando eu me encontrava neste destacamento para fazer a conferência de material pois ia processar-se a mudança de comando, resolvemos de dia, ir à caça à noite. Após os convites, os preparativos para tal e eis que saímos noite escura visto ser o ideal para a caçada, a qual, pensávamos nós, “vai dar pano para mangas amanhã”.
Como estava combinado, foi toda a classe alta deste destacamento a qual se compunha: dois Oficiais, substituído e substituto, dois Sargentos, o que estava a tomar conta da Messe, eu, um Zé que não sei qual e o condutor da viatura que era o Jeep do Sarg. da Messe. Como não percebia nada de pontaria, pois uma vez estavam poisados mais de trinta pardais distraídos, num cevadouro de migalhas de pão, o rapaz atira, com chumbo miudinho e ficam mortos apenas seis, quando eu estava escondido a uns dez onze metros e à vontade. Era de tal natureza atirador que quando andava na recruta ainda era usada a “mauser” a qual dava um coice do demo então, para que ela não me batesse na cara, apontava normalmente não obstante, virasse de seguida a face para o outro lado, disparando sem sequer ver o alvo. Desculpem este aparte mas achei ser necessário.
Claro que para mim, na nocturna caçada, estava reservada a missão de controlar
a cada instante a viatura, assim como os olhos da caça grossa que eram autênticas lanternas acesas. Em marcha lenta, quando se via o bater da rama das árvores em ambos os lados do jeep, lá estava o “farolineiro” eu, minuciando seja o lado esquerdo, seja o direito e, quando algo de anormal via, dizia-lho aos que iam já com as armas prontas e fazia um traço com a luz em frente da viatura e assim o condutor parava. Só que numa destas paragens em que se viam com nitidez dois faróis a olhar para nós, fixo o meu farol nos olhos do bicho, ouve-se um tiro e vê-se ou ouve-se o animal correr para aquele que era o nosso sentido então, não ligando ao sinal de luzes, ouve-se uma voz – Avança … Avança -. O condutor não está com mais aquelas e arranca, mas sem nós os que estávamos no varandim do jeep. Eu quase me desmaio pois cai-me em cima o Formosinho, Sarg. da Messe e olhando na escuridão vejo a lanterna que eu, sem querer deixei da mão, rodopiar sobre a minha vista rapidamente. Pensei que estava numa estrada muito movimentada e que era luz de uma Ambulância que me transportava para o hospital. Com esta queda começam os nossos dissabores. O Formosinho, o mais forte de todos nós, torceu um pé e para tudo estar conforme, o jeep teimou e nunca mais andou. Sem saber onde estávamos, de noite, escuro como breu, apenas com uma lanterna, com o Formosinho a precisar de apoio substituindo-nos um de cada vez em tal mister, após uns bons Quilómetros e todos com o nariz bem levantado descortinámos uma luz. Embora estivéssemos em guerra, para lá nos dirigimos. Deparamos então com uma “picada” que tinha os rodados ainda frescos da passagem de uma viatura. Deve ser um aquartelamento militar que está aí. Se pensámos nisso, num ápice tivemos a certeza, começando imediatamente em altos gritos. – Sentinela, não atire somos militares da F Aérea e, assim nos aproximámos do quartel e entrámos já que a porta estava aberta sem ninguém a guardá-la o mesmo acontecendo com a sentinela que havíamos chamado. Tinham sido raptados pelo in? Não! Dirigimo-nos para o local de onde ouvíamos algumas vozes e descobrimos o porquê de não haver sentinela, ninguém que estivesse à porta de armas e a razão do tal parlatório. Estavam todos no forno que estava a cozer. Foram connosco bastante simpáticos e por eles nos foi dito que, com toda a certeza, após a narração da nossa aventura, tínhamos entrado em território Congolês. Para terminar, logo que o bicho foi bem morto, comprometeram-se e cumpriram levando-nos de regresso ao nosso Aeródromo, 31 de Maquela do Zombo numa camioneta, bem sentados e melhor guardados que o quartel onde eles permaneciam.
Se é certo que quando ainda jovem pensava na nossa guerra ultramarina, nunca pensei que um dia seria personagem que nela entrasse e quando lia o jornal de notícias que em casa assinávamos, lia com alguma frequência que mais um morto engrossava a fila dos desastrados. Se é certo que antes de ler a notícia, em sentido pejorativo de imediato os presentes diziam:
- Mais um que morreu de acidente!
Hoje, passados mais de quarenta anos, dou ao jornalista plena razão, porque se alguém morria, que não eram assim tão poucos, alguns era por morte natural e outros acidentados, como se elucida o passado neste aquartelamento
Como aquela vez em que passava a ronda como Sarg. Dia à Formação (SDF) e encontro um soldado a dormir, fora da torre, sentado, com a G3 encostada e que por precaução recolho.
Pouco inteligentes me pareciam aqueles a quem na época apelidávamos de terroristas, uma vez que casos como os ora mencionados, todos os dias aconteciam.
O Zé especial EABT
Olvídio Sá Chaves
VB.Grande ausência Olvídio,provavelmente em manutenção?!...Bom,pelo vimos já estás operacional,como tal vamos aguardar a normalidade do teu tráfego.
Legenda: O Cor.Pilav.Moura Pinto e o Ten.Cor.Pilav Fernando Brito.
Manuel Lanceiro
Esp.MMA
Lisboa
Companheiros,
No voo 1758, de 4 de Junho, o Mário Aguiar abriu uma questão, que para mim tem muita importância.
Em primeiro lugar quero fazer-lhe uma pequena correcção, a malta com quem ele veio, não são pioneiros destes encontros, mas já temos alguma veterania.
E, porque, num futuro próximo, também planeio organizar um encontro. Acho importante que se abra, sem preconceitos de espécie alguma, sem dramas nem complexos, um debate ou uma reflexão como queiram, sobre o tema.
É verdade que os primeiros encontros foram relativamente pequenos e eram focados na malta de determinado tempo, mas, se bem me lembro, não havia nenhum tipo de restrições às especialidades (havia representantes de todas).
Como é natural, com a passagem do tempo, uns foram trazendo outros e o nosso encontro foi, de uma forma natural, aumentando (tipo bola de neve).
Hoje o nosso encontro é uma mescla de pessoal. Gosto de ver “Zés” de todas as especialidades, pilotos, enfermeiras(os) etc. representados, o importante é que tenham passado pela B.A.12.
É uma alegria ver várias gerações se cruzarem e fazerem amizades.
Sei de um piloto que vem todos os anos de Espanha só para estar connosco, só ele sabe com que prazer.
Legenda. Os "Canibais",Jorge Narciso,Cunca e Manuel Lanceiro.
Foto: Jorge Narciso(direitos reservados)
Só assim foi possível juntar três gerações. (ver voo 1752 e 1756 "Pai" Jorge Narciso,O "Filho"Cunca e O "Neto"Manuel Lanceiro.
Não quero com isto criar qualquer espécie de polémica.
E já agora, parabéns ao Cruz Dias ao Oliveira ao Vilela (onde estiver) e a mim, porque hoje é dia 6 de Junho e renascemos há 36 anos.
Um forte e grande abraço
Manuel José Lanceiro
Voos de Ligação:


Legenda: O Loureiro num dia de saltos
Foto: António Loureiro (direitos reservados)
Entretanto o nosso amigo M.Silva continuava numa boa, lá em cima, com pouca vontade de sair de lá, até que, como lá em cima não fica ninguém, também veio por aí abaixo.
Como não há bela sem senão, ao chegar ao solo, teve as mesmas dificuldades que eu, ou possivelmente maiores, porque mal pôs os pés no chão, começou a "lavrar" por cima da terra balofa, só parando dentro de uma vala de água com mais de 1 metro de profundidade.
Lá vinha eu a dizer mal da minha vida, a coxear para o hangar, quando me encontro com outro paraquedista da equipa, por acaso alentejano, estava a "jogar em casa", que apesar do seu fino sentido de humor, não tinha motivos para vir bem disposto.
Tinha estreado um fatinho de salto branco todo xpto, que de branco já pouco, pois estava todo "borrado" de lama e de sangue na zona do pescoço e do peito.
De referir que era uma tarde típica de Novembro, depois de um almoço bem comido e melhor regado.
Quando o vi naquele estado até deixei de coxear, afinal eu parece que não tinha nada comparado com ele.
Lá lhe mandei uma boca:
Eh pá, que foi essa ..., fugiste da tábua? queriam-te matar ou quê?
(normalmente nas aldeias matam os porcos numa tábua em cima de um carro de mão, porque já há poucos carros de bois).
Está calado pah, nunca mais ponho a ...... da tripla segurança, olha para isto, assim que toquei com os pés no chão, o paraquedas não esvaziou e arrastou-me contra a cerca de arame farpado, fiquei com os bicos do arame enterrados no pescoço e com o paraquedas do outro lado a puxar-me e eu estava a ver que não conseguia ver-me livre do paraquedas por causa daquela porcaria, olha para isto, está aqui um lindo serviço, nunca mais ponho aquilo.
Como estava etilicamente bem disposto, as dores foram mais suportáveis e lá foi fazer companhia ao Especial M.Silva tomar uma choveirada de água fria em pleno mês de Novembro.
Acabaram os saltos naquele dia.

CABOXANQUE
A CCP 121, na Operação Tigre Poderoso 4.º período que foi de 19FEV a 24MAR73, foi colocada em Caboxanque onde estava a CCAÇ 4541 que estava empenhada na construção de um tabancal feito com telhado de chapa de zinco, tudo na aplicação da “psico-social” para cativar as populações.
Já lá tinha estado por dois ou três dias em 12 de Dezembro, onde tinha aberto valas e construíndo abrigos em Sargento Xanque, integrado no 2.º bigrupo da Companhia, desta vez o meu Pelotão ficou instalado junto da encosta que dava para o rio Bixanque, donde se avistava a outra margem para os lados de Cadique Iala.
A actuação da Companhia era ao nível de bigrupo, praticamente estava quase sempre um bigrupo em patrulhamento, com direito a dormir na mata onde tínhamos por companhia os macacos, estes ao anoitecer quando estavam a procurar cama para dormir, faziam um grande alarido, de quando em vez, actuávamos em operações ao nível de Companhia, actuamos nas zonas de Cafal, Jemberem, Cadique e Bedanda.
Em Caboxanque havia um terreiro que servia de Heliporto e de campo de futebol, sendo a prática de futebol uma ajuda para passar o tempo quando estávamos no aquartelamento, também aqui saltou a Equipa de Queda livre do BCP 12.
Legenda:Equipa de Queda livre do BCP12, após um salto em Caboxanque
Foto:António Dâmaso(direitos reservados)
Legenda:Foto (H BCP12)
Foto:António Damaso(direitios reservados)
Fez-se um campeonato entre os pelotões da CCP 121 e da CCAÇ 4541 depois foi a final entreos finalistas duas companhias, não me lembro quem ganhou.Eu como não sou craque, chuto para onde estou virado, não participei como jogador mas ainda apitei um jogo entre velhinhos e piras.
Legenda:Foto (H BCP 12)
Foto:António Dâmaso(direitos reservados)
Os géneros eram transportados por via aérea nos Dakota e Noratlas até Cufar onde nós com os Zebros os íamos buscar.
Um dia calhou-me ir com uma secção a Cufar buscar víveres, dentro dos botes, armados e equipados, íamos atentos a ambas as margens, ainda me passou pela cabeça que em caso de tiroteio, que um bote fosse furado, as nossas esperanças de sobrevivência eram muito fracas, vestidos, calçados e com o peso do equipamento, dificilmente nos manteríamos à tona e com a agravante dos jacarés nos puxarem para o fundo, missão era missão, com mais ou menos riscos, era para se cumprir com a esperança de que não acontecesse o pior.
Antes disso já o meu Bigrupo tinha feito um patrulhamento de ir Rio acima nos citados botes, depois regressando a pé pela mata com pernoita, na ida tinha mesmo visto muitos “alfaiates” nome dado aos jacarés.
Chegados a Cufar, tinham ido de avião uns frangos vivos(1), descarregaram-nos enjaulados e ficaram ao sol e sem água, quando os vi a maioria já não estavam vivos, apareceu por lá o Comandante do Batalhão, ainda o ouvi prometer uma “porrada” ao Sargento que os tinha levado, não sei se concretizou a promessa ou não.
Para não comermos sempre o celebre arroz (bianda) com tainha frita, havia um Sargento que levava dois botes e um cunhete de granadas de mão, ia rio acima e trazia-nos bom peixe de 1.ª, com aquele peixe até o arroz sabia melhor e ao pequeno-almoço, duas ou três postinhas daquele peixe com pão e uma cervejinha, ficávamos regalados.
Outro Sargento arranjou uma rede de pesca e ia para a Bolanha onde tinham descascado o arroz, e apanhava pardais às centenas, havia sempre petisco, uma vez conseguiu dar uma refeição à Companhia toda.
À noite havia uns graduados que gostavam de ficar na conversa, debaixo de uma palhota improvisada com petromax aceso, local onde já tinham acertado com um foguetão de 122 mm quando lá estava a outra Companhia, eu como não gosto de facilitar, arranjei uma lata de cerveja que enchi de gasóleo e com uma torcida tinha uma lamparina que apesar da fumarada, dava-me para ler dentro do buraco até adormecer, claro que depois tinha de soprar para a apagar.
O acto da sopradela para apagar a luz, ficou-me arreigado tal modo como aquele reflexo de rapidez de se atirar ao solo sempre que ouvia algum estrondo, pois da rapidez com que se atiravam ao solo, podemos contar com muitos sobreviventes daquela guerra.
Finda a guerra além de outras as sequelas da mesma, lembro que quando estava deitado, por vezes a minha mulher me dizer para apagar a luz, deva uma sopradela antes de carregar no interruptor, aquilo serviu de chacota durante algum tempo até eu perder o “maneirismo”.
O Comandante da CCAÇ 4541, era um Cap. Já com alguns anos e por ser mais antigo, era o Comandante do Destacamento que englobava as duas Companhias, neste posto, achou-se no direito de ter um sargento às ordens e de ter uma praça ordenança que lhe engraxava as botas entre outras coisas.
Aquilo deu confusão entre as praças Pára-quedistas ao ponto de não querem ir para lá fazer serviço, não estavam habitadas aquelas nuances, nos Páras, desde o Comandante ao soldado raso, cada um tratava de si.
Lá tivemos de os convencer que no Exército, utilizavam aquela tradição que já vinha de longe, claro que contrariados, lá se iam sujeitado aquilo.
Outra mania do Sr. Cap. em questão, era exigir que os Páras sempre que saíam para ou chegavam do mato, se fossem em formatura apresentar, para os que estavam aboletados em Caboxanque, como ficava em caminho não havia problema, já para o bigrupo que estava em Sargento Xanque, que distava a mais de 500 metros aquilo era pior que mau, como o Comandante da Companhia se sujeitava, contrariados mas disciplinados aguentaram, mas não foi só o pessoal da minha Companhia que se insurgiu com a prática militarista do Cap.
Os que estiveram na Guiné, devem lembrar-se que na mata nas noites sem luar, a visibilidade era quase nula, no entanto nas noites de luar via-se muito bem, numa noite de luar saímos fomos emboscar entre Sargento Xanque e Flaque Injã onde ficámos debaixo de uns cajoeiros, aquele luar inspirou-me de tal modo que tirei uma folha de papel do bolso e passei o tempo a escrever uns versos.
De Cufar a Caboxanque em linha recta era pertinho, mas por via fluvial devido às grandes curvas do rio, ainda demorava algum tempo, um dia uns militares da CCAÇ 4541, foram flagelados com algumas rajadas vindas de uma das margens sem consequências, mas originou que o meu pelotão tivesse de atravessar o Rio e fazer uma batida no Tarrafo, atascados em lodo até ao joelho, foi mesmo muito custoso.
(1) O BCP 12 tinha um aviário onde criava os frangos para consumo.
Legenda:Foto (H BCP 12) Ilustra as dificuldades, alguns têm de se apoiar com as mãos desatolar uma bota
Foto:António Dâmaso(direitos reservados)
A nossa missão em Caboxanque terminou em 24MAR73, tivemos a sorte de não ter havido contacto com o IN nem de sofrer nenhum ataque ou flagelação.
Saudações Aeronáuticas
A Dâmaso
VB: Caro Dâmaso,estávamos a ficar preocupados com a tua ausência,pois já algum tempo que não entravas nesta base,mas afinal acabamos de verificar que estiveste em mais uma das tuas "gloriosas"operações em Caboxanque,e pelo que nos descreves,mais uma vez com sucesso.

ESPECIALISTAS:
Abílio Ferreira
Abílio Pereira (MMA)
Adelino Fonseca
Alfredo Santos (EABT)
Álvaro Eugénio (EABT)
Álvaro Ferreira (MMA)
Américo Dimas (MARME)
Amílcar Condeço (MMT)
António Abrantes (MMA)
António Correia (MMA)
António Ferreira
António Fiche (RÁDIO)
António Silva Vieira
António Six (MMA)
António Teixeira (OPC)
Arlindo Pereira (Piriscas) (MMA)
Arnaldo Sousa (MMA)
Artur Manuel Contramestre
Augusto Ferreira (MELEC/INST./AV.)
Carlos Ferreira (RÁDIO)
Carlos Jeremias (MMA)
Carlos José Santos
Carlos Marques Alves (MMA)
Carlos Robalo (MMA)
Costa Ramos (MMA)
Cristiano Valdemar (MMA)
Fabricio Marcelino (MMA
Felizardo Bandeira (MELEC/TELIPOS)
Fernando C.Branco (MMT)
Fernando Duarte (MMA)
Fernando Manuel dos Santos (EABT)
Fernando Lucas (MMA)
Filipe Abreu (MMA)
Fitas Custódio (MELEC./INST/AV.)
Francisco Mendonça (MARME)
João Carlos Silva (MMA)
João Carrilho (MELEC/INST/AV)
João Coelho
João Ferreira (MMA)
João Henrique (Canadá) (RÁDIO)
João Mendes (ORD)
João Sousa (OPC)
Joaquim Cunha (RÁDIO)
Joaquim Guiomar(MELEC/CENTRAIS)
Joaquim Maurício (MELEC/INST/AV)
Joaquim Silva
Jorge Mariano
Jorge Mendes (EABT)
Jorge Narciso (MMA)
José Bento
José Cabaço (RÁDIO)
José Carlos Matias
José Figueiredo (MRÁDIO)
José Gomes (RADAR)
José Manuel Batista (MMA)
José Osório
José Pereira
José Reia (MELEC/INST/AV)
José Ribeiro (OPC)
José Silva Bento (MMT)
José Teixeira (OPC)
Jovino Chão (MARME)
Juvenal Chitas (MELEC/INST/AV)
Luciano Guerra
Luís Bastias (MELEC/INST/AV)
Luís Carlos
Luís Duarte(Nanamue) (OPC)
Luís Filipe Santos (ENFº,)
Luís Martins (MRÁDIO)
Luís Nobre (OPC)
Manuel Araújo (MMA)
Manuel Lanceiro (MMA)
Manuel Pais (EABT)
Manuel Pereira Marques
Mário Aguiar (MARME)
Mário Felizardo (MMA)
Mário Rodrigues (MELEC/INST/AV)
Miguel Falcão (MMA)
Nuno Almeida (Poeta) (MMA)
Olindo Oliveira (MARME)
Olvídio Sá
Osvaldo Silva (RADAR)
Paulo Castro (METEO)
Paulo Moreno (FOTOGº)
Pedro Garcia (OPC)
Rogério Alves
Rogério Nogueira (MMA)
Rui Custódio (MMA)
Samuel Girão (MMA)
Simão Amaro (MMA)
Victor Barata (MELEC/INST/AV)
Victor Oliveira (MELEC/INST/AV/
Victor Almeida e Silva
Victor Mesquita (EABT)
Victor Saraiva (OPCART)
Victor Sotero (EABT)
Vitoriano Teixeira
PILOTOS
Alfredo Pinho
António Lobato
António Matos
Armindo Pereira (Xipi)
Fernando Moutinho
Gabriel Cavaleiro
Gil Moutinho
Jaime Brandão
Jaime Marinho de Moura
João Almeida e Silva
João Bandeira
Jorge Félix
José Manuel Fonseca
José Duarte Principe
Luís Cabanelas
Manuel Couto
Mário Santos
Miguel Pessoa
Morais da Silva
ENFERMEIRAS E PÁRAQª.
António Dâmaso
Giselda Pessoa
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Manuel Peredo
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Santos Oliveira
Rui Ferreira
MARINHA
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