segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Voo 2123 MAIS VALE UMA BORREGADA DO QUE UMA PAPADA!



António Loureiro
Fur.Mil.PA
Figueira da Foz


Dá-me licença senhor Comandante



Quando esperámos que o nosso Comandante já estivesse na fase de ensaio, surgiu mais um contra-tempo e os especialistas resolveram não arriscar.
Nada está perdido, há solução, apenas mais um incómodo que o nosso estimado manda-chuva terá que corajosamente superar.
Temos que reconhecer que naquelas circunstâncias, possivelmente, qualquer um "borregava", uma hora de espera num bloco operatório, convenhamos que é tempo demais para quem propriamente já não é um menino e os neurónios já tinham efectuado, sei lá quantas vezes, os 360 º sem nada de novo.
Em breve, novamente serás chamado à manutenção e tudo correrá à tua feição e, daqui por uma dezena de anos, até te vais rir deste choque que apanhaste e da maneira como reagiste, porque afinal, foi apenas e somente, um contra-tempo.
Muito possivelmente, N.Srª do Ar estaria ocupada com outras situações mais gravosas e não te podia dispensar a assistência que lhe mereces.
Grande camarada, a luta continua, um aviador nunca foge, recua para tomar balanço.

As melhoras e um grande abraço

Loureiro

Voo 2122 A LIGA DOS COMBATENTES.






Fabricio Marcelino
Esp.MMA
Leiria

Caros colegas e amigos.
Há alturas na vida que criticamos o que está mal, mas outras há ,que devemos elogiar, quando é merecido. Acho ser este no caso concreto que descrevo.
Tenho vindo a acompanhar a preocupação da Liga dos Combatentes, em especial pela dinâmica do seu Presidente, Sr.Ten.Gen.Chito Rodrigues, no zelo dos monumentos e campas dos heróis portugueses, mortos na 1ª Grande Guerra e, a descoberta dos restos mortais, dos militares falecidos, nas antigas províncias Ultramarinas, todos eles heróis, ao serviço da Pátria, que os esqueceu.Segundo registos, cerca de 7.000 bravos militares portugueses, mal preparados para a guerra, foram abandonados por Portugal e aí ficaram(uns feridos outros mortos),nos campos de Flandres, no norte de França.


A Liga dos Combatentes, mandou erguer e, ofereceu ao município de La Couture, um bonito
*monumento, cuja foto anexo, que vem publicada na revista COMBATENTE,, para perpetuar esses nossos antepassados, que tal como nós, no ex-Ultramar, foram abandonados pela Pátria, que os enviou para lá!A Liga, tem igualmente procurado, exumado e, trasladado os restos mortais, dos militares falecidos nas antigas Províncias Ultramarinas. Assim, na Guiné-Bissau, foram detectados, exumados e alguns trasladados para Portugal, os restos mortais dos militares que lá ficaram. Sei que as ossadas de alguns, pelo menos, se encontram condignamente, no cemitério de Bissau, devidamente zelados, sob orientação da nossa Liga dos Combatentes. Também em S.Tomé e Príncipe e Cabo Verde, a Liga tem recuperado e arranjado os talhões, em S.Tomé e no Mindelo.Neste momento, a Liga está virada para fazer o mesmo aos militares mortos em Moçambique, onde já percorreu cerca de 7.000Km em 25 locais distintos, como prova a foto que igualmente anexo, publicada na revista COMBATENTE, COM **

2 campas, descobertas e que estavam abandonadas, cobertas e rodeadas de capim, como se pode observar. Falta ainda muito em Moçambique, para acabarem. Segue-se Angola e, estou certo que, a dignidade aos restos mortais, dos bravos heróis que lá ficaram, será igualmente dada.É de louvar esta determinação da Liga dos Combatentes, em especial do seu mui digno presidente. A minha vénia ao Sr.Ten.Gen.Chito Rodrigues ,pela sua determinação, que acredito, serei acompanhado na mesma, por milhares de militares ex-combatentes,em dar o repouso condigno, àqueles que um dia juraram morrer pela Pátria, aquela mesma Pátria que, pelo mando dos políticos miseráveis que temos tido até hoje,os esqueceu vergonhosa.

NOTA:-*-** - Fotos publicadas na revista COMBATENTE, a quem cabem os direitos e, espero não levem a mal de eu as enviar.
Fabrício Marcelino

Voo 2121 OS CÃES.



Fernando Moutinho

Cap.Piloto
Alhandra


Estava a responder ao Felizardo sobre cães e acabei por lhe relatar algo passado. No final achei graça e, pensei: quem sabe se é uma história com interesse para Blog. Foi mais uma ocorrência provocada pela "nossa" experiência africana.

"De qualquer modo tive duas experiências traumáticas com câes. Diga-se de passagem que me afeiçoo a eles rapidamente.
Quando era miúdo tinha um rafeiro que adorava mas, um dia, apareceu envenenado. Sofri tal abalo que prometi a mim mesmo nunca mais ter outro.
Mas, em Angola, no Luso, apareceu-me um cachorrinho lindo e como o meu filho mais novo andava sempre a solicitar um, acabei por o trazer para Luanda.
Pouco depois, fim da comissão de serviço. A minha mulher e o meu filho regressaram mais cedo para preparar o novo ano lectivo porque eu só regressava em Outubro. Mas não podiam trazer o "perro" porque tinha sido decretada providência sanitária não se podendo transportar animais. Como vinha mais tarde pensei que, entretanto, seria levantada a proibição. Tal não ocorreu e a proibição manteve-se.
Como o regresso era no Boeing da FAP fiquei com um "belo" problema para resolver - como levar o animal (era pequeno). Teria de ser clandestinamente. Consultei um veterinário que me aconselhou a arranjar uma pequena caixa de cartão com furos e ser-lhe-ia dado sedativos para a viagem. Resolvi arriscar.
Começou a viagem mas, faltava cerca de 1 hora para chegar comecei a sentir o bicho a mexer-se e a ganir. Tinha-me metido numa alhada de todo o tamanho. Arrisquei. Fui falar com um membro da tripulação mas não o Cte de Bordo que era muito meu amigo, mas não tive coragem de o colocar perante um problema disciplinar tão grave. Falei com um cabo especialista (bem haja) . Expliquei-lhe a situação e se me poderia ajudar. Resolveu o problema. Num armário colocou-se lá o animal e aguardamos a aterragem. Tínhamos combinado que seria o último a sair para permitir retirar o animal do esconderijo e sair com ele. Como estava irrequieto atrasei-me para permitir afastar-me o mais possível do resto dos passageiros. Mas, como entrar em Figo Maduro? Pensei atrasar-me tanto que a vigilância se desfizesse. Felizmente não foi preciso porque, ao descer as escadas do avião, avisto do outro lado da cerca a minha mulher e o meu filho. Aí acerquei-me da mesma e atirei-lhes o animal por cima da cerca (rede). Tinha entregue a "encomenda".
Foi uma bela encrenca...
Agora compreender-se-á a minha relutância em ter mais cães."

Foi mais uma experiência que vivi que, hoje ao recordar ainda me causa angústia...

Um abraço

F.Moutinho

VB: Bom-dia Fernando, embora a intervenção tenha “borregado” e ainda me encontre a recuperar dessa situação, já está em marcha a nova intervenção que irá, certamente, correr bem.
Quanto ao transporte do canino, os ZÉS ESPECIAIS sempre foram colaborantes e companheiros, embora nem todos (muito poucos) pensem assim, já esqueceram o passado.

Voo 2120 A ATERRAGEM VAI SER PERFEITA.




Mário Rodrigues
Esp.Melec./Inst./Av
Estoril



Comandante Victor Barata.

Hoje ao fazer uma rapada à Base, fiquei a saber da necessidade de tamanha reparação, borregaste, mas a aterragem será perfeita e a 3 pontos, contra quaisquer ventos cruzados.

Espero que a missão esteja cumprida e com todo o êxito.

As melhoras e um grande abraço

Voo 2119 LEMBRAM-SE DO "ZÉ" CAMPOS?




Victor Sotero
Sargº.Mor EABT
Damaia


Meu "Comandante"
As minhas saudações ao "Comando", à "Linha da Frente" e a todos os "Zés" que por aqui nos vão visitando.



Foios, uma aldeia raiana do Concelho do Sabugal.
Localiza-se a 950 metros de altitude no limite com a Espanha.
É nesta freguesia que nasce o rio Côa.Hoje, as principais actividades económicas são a agricultura, o comércio, a pastorícia, a fruticultura, a produção de castanhas e a transformação de carnes.
Foios é geminada com a vizinha povoação de Eljas.
A nível de artesanato, realçam os bordados e os forcões.
A gastronomia é baseada nas trutas do rio Côa, no cabrito na brasa, no javali, nos enchidos, no queijo da Malcata e no presunto raiano.
Foios, foi terra de contrabando e daqui emigraram com destino a França muitas pessoas, principalmente nos anos sessenta.
O sustento das famílias era difícil e nem os mais novos tinham trabalho para ajudar.
José Manuel Nunes Campos é filho desta terra.Na sua juventude, por alturas de 1964, combina com outros jovens, alguns adultos e partem a "salto" rumo ao desconhecido.
Atravessam rios, sobem montes, caminham por vales. Uma camioneta préviamente combinada com os "passadores" carregada de porcos transporta-os a lugar mais seguro.
Escondem-se por vezes para depois continuar rumo a um futuro mais próspero, a França.
Por lá se vai mantendo o Campos até que, movido pela saudade, regressa a Portugal.
Oferece-se como voluntário para servir a Força Aérea.
Terminada a recruta inicia depois o curso de especialista de Abastecimento.
É nomeado para Angola e colocado no RCP21, em Luanda.

Meses mais tarde, durante o ano de 1968, é transferido para o Aeródromo Base nº3-Negage e colocado a meu lado no Registo.
É aqui que conheço este amigo, um rapaz calmo, amigo da brincadeira mas sempre com uma chamada de atenção. Cuidado!
Tinha uma maneira inimitável de se rir com uma grande gargalhada.
Depois das minhas noitadas quando regressava à camarata, muitas vezes fazia rolar pedras pelo telhado de zinco ondulado da camarata.
O Campos não gostava mas a mim dava-me muito gozo!
Terminada a minha comissão, o "Zé" Campos ainda ficou e só nos voltamos a encontrar na nossa casa mãe, Ota, em Maio de 1970, no curso de Formação de Sargentos, onde também, para alem de outros "Zés" se encontrava e se destacava pelo estudo, o nosso amigo Jorge Mendes.
Com o curso terminado, cada um para seu lado.
Por mais que queira, não consigo lembrar-me onde o nosso "Zé" foi colocado. Lembro-me sim, que o nosso "Zé" Patrício, foi colocado na Base Aérea nº5, em Monte Real e mais tarde nomeado para a terceira Região Aérea, onde ficou colocado na Base Aérea nº10, na Beira.
Eu, regressei ao GDACI em Monsanto e logo transferido para o DGMFA, em Alverca.
Apesar da nossa amizade, nunca mais voltei a ter o contacto do nosso "Zé" Campos.
Sabia que tinha passado à disponibilidade como 2º Sargento e que a terra que o viu nascer, esperava por ele.
Em 1976 vi-o numa reportagem da RTP. Conduzia um tractor e usava uma boina preta, à espanhola. O Campos, era o principal dinamizador da sua terra.
Ao longo dos anos, sempre me lembrei da sua imagem. Perguntava por ele a quem o conhecia e mandava-lhe cumprimentos.
Um dia, escrevo o nome no Google e aparece-me o agora candidato a autarca, o Campos. Fazia campanha através de um vídeo.
Até que... no almoço da nossa "linha da frente" um "Zé", que não me lembro quem foi, aproximou-se de mim e perguntou:
-Você é o Sotero? Lembra-se do Campos?
Claro que sim, lembro-me bem dele.
-Olhe, é um assíduo "espreita" da nossa base e gosta muito do que escreve para lá.
-Eh, pá, dê-me o número de telefone que logo à noite já lhe ligo. Obrigadíssimo!
Cheguei a casa e liguei-lhe mas o telefone não foi atendido no imediato, pelo que no gravador ficou a minha mensagem, mas não identificada.
Pouco tempo passou. O Campos gostou da minha voz e ligou-me.
E falámos bastante. Uma alegria imensa para os dois.
Hoje, trocamos mails quase todos os dias.
O Campos, na sua terra, foi durante muitos anos professor de História, agora aposentado, mas sempre ligado à sua aldeia.
É autarca, Presidente da Junta de Freguesia de Foios, onde se encontra à cerca de 40 anos.
O povo adora o Sr. Presidente José Manuel pelo que tem feito pela sua terra apesar de todas as contrariedades que por vezes aparecem.
Campos: "É preciso gostar-se muito de quem gosta de nós".
Por mim, Obrigado pelos momentos agradáveis que vivemos na nossa juventude.

Despeço-me do "Comando", da "Linha da Frente" e de todos os "Zés" como sempre, com um até breve.

Sotero

sábado, 15 de janeiro de 2011

Voo 2118 A OPERAÇÃO BORREGOU!



Victor Barata
Esp.Melec/Inst./Av
Vouzela


Boa Tarde, Companheiros.
Passadas que são mais de 24 Horas depois de entra no Hangar, eis-me aqui de novo para vos agradecer a vossa “FORÇA” para que tudo fosse um êxito.
Não foi. Borregou!
Não me vou alongar muito no sucedido, pois ainda me encontro, embora seja em casa ,em repouso recuperando do sucedido.
Entrei no Hangar ás 8:00H.
Depois de passar a secretaria, vesti a farda que me foi distribuída para ser submetido à inspecção que me estava marcada. Entro numa sala onde me é ligado o soro fisiológico, são me colocadas umas gotas na vista direita e, sentado numa cadeira de rodas, aguardo que me chamem.
Não demora muito, 10 h, entrado no elevador, desço ao piso -1.Aqui chegado aguardo uns minutos e entro no bloco operatório (Cockpit).
Uma enfermeira extremamente simpática, aliás como todo o pessoal do serviço de Oftalmologia do Hospital de S.João, manda-me sair da cadeira e deitar-me na cama onde se iria realizar a minha intervenção cirúrgica. Fui ligado ás máquinas, uma ventilação de ar quente dirigido ao corpo para manter uma temperatura ideal para a operação, ficando apenas a aguardar o anestesista, pois seria com anestesia local e demoraria entre 45/60m.
De repente a minha máquina começou a bater mais forte que o normal para este tipo de tarefas, chagando a respiração a não ser normal.
De imediato “borregou” a operação!
Agradeço a todos que, nas mais variadas formas, se preocuparam com esta minha situação, talvez seja uma maneira muito breve de vos agradecer, mas, embora a intervenção não se tenha verificado, psicologicamente sinto-me arrasado em fase de repouso.
Espero poder concretizá-la muito brevemente.
Um abraço a todos.

Victor Barata

Voo 2117 ESTAMOS CONTIGO,COMANDANTE!



Rogério Nogueira
2ºSargº.Mil.MMA
Terceira-Açores

Mui Ilustre e Digníssimo Comandante Victor

A esta hora que produzo esta missiva, certamente que a “inspecção” se efectuou com enorme êxito.

Faz muito tempo que não comunico com a aeronave, mas o esquecimento dela é coisa que jamais se “alojou” em mim. Serei, certamente , um retardatário, mas o rumo desta aeronave nunca permitirá que o espírito que a norteia seja desvirtuado.

Victor, hoje 14/01/2011 e ao dar uma “olhadela” pela aeronave fui surpreendido pela notícia do teu internamento. Fiquei preocupado, mas com as bênçãos/protecção de Nossa Senhora do Ar e com uma oração (que faz bem), certo estou de que a “inspecção” decorreu da melhor forma e com o êxito total.

Resta-me, por ora, endereçar-te um caloroso abraço e que a recuperação seja rápida e repleta de sucesso.

Cordialmente,

Rogério Rodrigues Nogueira




Victor Sotero
Sargº.MôrEABT
Damaia

João Carlos Silva, boas noites para ti e familia.
O nosso Comandante foi hoje operado. Decorreu tudo bem?
Deus queira que sim.Se souberes de algo, se puderes, diz qualquer coisa.
Entretanto não escrevo nada para a base para os artigos não ficarem juntos.
Aliás, eu mandei um para ai. (Lembra-se do Campos?)
Um bom fim de semana.

Sotero



José Pereira
Esp.MMA/70
Cova da Piedade

Caro Amigo Victor.
Nesta tua hora de paragem para "Manutenção".
Venho desejar-te uma intervenção rápida e com rápida recuperação, com tudo de Bom para Ti.
Um abraço ao grande comandante e MUITO BOA SORTE.
José Pereira



António Correia
2ºSargº.Mil.MMA
Lisboa

Companheiro e amigo, N.Sra do AR nunca nos abandona nos momentos difíceis e se Deus quiser tudo vai correr bem, não tarda nada e estás a voar em pleno, um grande abraço.
Força amigo!

António Correia



Vitor Rodrigues
Esp. MMA (CANIBAIS)
Tomar

Amigo Vitinho, só agora tive conhecimento que irias ser submetido a uma intervenção cirúrgica o que, de algum modo lamento.
No entanto, pessoas como tu merecem tudo de bom e, com toda a certeza, além do cirurgião, estará Deus sempre presente e, mais uma vez, procederá em conformidade com o que mereces, ou seja, o melhor.Vitinho, todos torcemos para que tudo corra pelo melhor, pois absolutamente todos precisamos de ti.

Força e um abraço.



Victor Almeida e Silva
Esp.Ortra
V.N.Gaia

Caro comandante Victor Barata,

Ao cabo de tantas horas de voo temos de convir que o "aparelho" tenha de recolher ao "hangar" para a devida e necessária "manutenção".

Com a intervenção do "técnico" responsável e com a ajuda da N.Sª. do Ar tudo ficará nas condições óptimas para longos e futuros voos.

Aceite Meu Comandante um forte abraço e votos sinceros de um rápido restabelecimento.

Vítor Almeida e Silva



Costa Ramos
Esp.MMA
Coimbra

Caro amigo Victor

Para ti, e com a certeza do sucesso, que te dirijo estas palavras de solidariedade e apoio, para que essa tua entrada para manutenção, seja rápida, e não te retenha muito tempo hangarado.

A nossa Padroeira está de certeza, presente, na tua descolagem e depois no vôo de regresso a base.

Tudo de bom para ti, pois essa intervenção vai ser um sucesso.

Costa Ramos



Fabricio Marcelino
Esp.MMA
Leiria


Caro colega e amigo.
Junto te envio a nossa protectora, Nossa Senhora do Ar, para te acompanhar amanhã, na hora da tua intervenção cirúrgica.
Como sabes, Ela não nos depressa e, como tal, podes contar a 100% que tudo irá ser a teu e, nosso, contento.

Que tudo decorra da melhor maneira e, que a recuperação seja rápida, são os meus sinceros votos.
Um abraço
Marcelino



João Henriques
Esp.M.Rádio
Vancouver
Canadá

Amigo Comandante Barata;
Como na FAP, os especialistas mantinham os aviões no ar e em boas condições, também no Hospital os especialistas que lá estão, também te vão tratar com muito profissionalismo e tudo vai correr como tu desejas.
Espera-mos todos pelas boas noticias dentro em breve.
Um abraço e que tudo corra bem.
Precisa-mos de ti aqui.

João Henriques




José Neto

Cabo PA
Mértola

Meu Caro Comandante Victor Barata,

Andei uns dias “desenfiado”, pelo que só agora tomo conhecimento da operação à vista direita a que deves ter sido submetido hoje. Espero pois, que tudo tenha corrido pelo melhor e que a convalescença se faça no mais curto período de tempo possível.

Um abraço e boa sorte

José Neto

Voo 2116 É O TEU DESEJO.



António Loureiro
Fur.Mil.PA
Figueira da Foz


Dá-me licença

Apesar de ser uma intervenção cirúrgica, era teu desejo fazê-la, portanto, nada mais resta do que preparas-te psicologicamente para o facto.
Felizmente que os médicos, tal como a tecnologia, desenvolveram de tal modo que, o que à 1/4 século era uma aventura, hoje tudo é quase uma vulgaridade.
Tudo irá correr bem, N.Sª. do Ar te acompanhará e não tarda ficará no-vinho.
Boa sorte companheiro, manutenção é manutenção.
Um abraço
Loureiro

Voos de Ligação

Voo 2113 CHEGOU A HORA!

Voo 2114 RETIRO PARA MANUTENÇÃO
Voo 2115 CHEGOU A HORA! Fernando C.Branco

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Voo 2115 CHEGOU A HORA!


Fernando Castelo Branco
1ºSarg MMT/2ª69
Terceira-Açores


AMIGO COMANDANTE

Votos SINCEROS, para que tudo corra bem...
Podes ter CONFIANÇA, no Pessoal da Manutenção; porque TODOS gostam de TI, desde o Pessoal que está á Porta de Armas, assim como Aqueles; que irão tirar os calços, para a TUA rolagem e descolagem de regresso...
Estaremos TODOS NA PLACA, desde o Soldado PA, da Porta d’ Armas, o Clarim o Quarteleiro, o ENFERMEIRO DIA, MECÂNICO DIA etc...á espera que aterres....
Um abraço com estas Humildes e Singelas Palavras de AMIZADE E SAUDADE...

Fernando Castelo Branco e TODOS OS "ILHEUS FAP"...
Voos de Ligação:
Voo 2113 CHEGOU A HORA!
Voo 2114 RETIRO PARA MANUTENÇÃO

Voo 2114 RETIRO PARA MANUTENÇÃO



Manuel Pais
EABST/65
V.N. Gaia



Caro Amigo e companheiro VICTOR

Finalmente, vais amanhã , entrar para "manutenção " para a tão precisa e necessária intervenção.
Como é no NORTE (H.S.João ) de certo que os "bons ares " te vão proporcionar uma intervenção de qualidade e rápido estabelecimento, não fosse o "Mecanico " irmão do nosso querido especialista Miguel Falcão.
Como sabes , a minha disponibilidade é total, para o que der e vier.
Um abraço e Muita Boa Sorte
MANUEL PAIS
EABAST/65 - V.N.DE GAIA


Voos de Ligação:
Voo 2113 CHEGOU A HORA!

Voo 2113 CHEGOU A HORA!




Victor Barata
Esp.Melec./Inst./Av.
Vouzela


Caros Companheiros e Amigos:
Chegou a hora!
Finalmente vou entrar amanhã, pelas 8 horas da manhã, no hangar do Hospital de S.João, no Porto, para ser sujeito a uma intervenção cirúrgica à lâmpada da luz de navegação do lado direito, que deixou de estar em condições de me deixar voar.
Certamente que tudo vai correr bem, pois para além de ir acompanhado com a Nª.Sª do Ar, sei que vocês também estão comigo.
Quero desde já agradecer a todos os que hoje me têm dirigido um confortável ABRAÇO.
É com grande emoção que vos agradeço e despeço, por alguns dias, de toda esta grande FAMÍLIA FAP.
Aqueles que normalmente utilizavam o meu Email pessoal para endereçarem os vossos “voos”,solicito o favor de,a partir de hoje, o fazerem para:

Email . especialistasdaba12@gmail.com

Um forte abraço para todos e até breve.

Victor Barata

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Voo 2112 AINDA OS OVINS.

Francisco Salvador
2ªSarg.Pil.
Peniche

Boa tarde
Em primeiro lugar uma palavra de reconhecimento pelo excelente trabalho do comando desta Base que leio sempre com agrado, e muitas vezes, emoção.
Na sequência da aterragem do Fernando Moutinho sobre pretensos OVNIs gostaria de deixar aqui uma historieta que se passou comigo penso que em 1976.
Numa bela tarde de Verão, recebi a missão de levar um Allouette III da BA 6 para as OGMA em Alverca.
Voando a cerca de 600 pés, à vertical da margem Sul do Tejo, quase frente a Alverca, com um horizonte de grande visibilidade e céu
sem nuvens, deparo com algo que me pareceu ser uma estranha "chuva de prata" muito densa e brilhante.
De imediato, relatei o que via à torre de Alverca e iniciei uma descida que culminou com uma aterragem num campo aberto perto da margem do rio.
Cortando o rotor, saí do aparelho e pude constatar que a parte da frente do aparelho estava cheia de compridos e finíssimos fios em cujas pontas alguns tinham minúsculas aranhinhas.

O que se havia passado foi que, num campo de seara, um grupo de ceifeiras-debulhadoras, ao proceder à ceifa, lançaram pelos ares milhares (milhões?) de insectos que, para amortecer a queda imposta pela lei da gravidade, produziram fios de teia que provocaram aquele estranho efeito.
De regresso ao aparelho, ao descolar, dei conta da confusão que havia lançado, ocorrendo já inúmeras comunicações entre as torres do Montijo, Alverca e Portela.
Tive de fazer um extenso relatório e não me foi fácil explicar o sucedido para poder justificar uma aterragem fora do plano de voo numa missão prevista com pouco mais de dez minutos.
Esta é uma das muitas histórias que guardo na memória da minha passagem pela FAP.

Um abraço Amigo

Francisco Salvador

Voos de Ligação:

Voo 2110 - Os Ovnis Fernando Moutinho