domingo, 13 de fevereiro de 2011

Voo 2156 EU ESTAVA EM BISSALANCA.




Manuel Dâmaso
SargºMôr Paraqª.
Azeitão


TOQUE DE SILÊNCIO


Referência ao voo 2151
Na data do acidente da Celeste, encontrava-me em Bissalanca num período descanso do Cantanhez, senti mas não com a intensidade de quem presenciou, estes acontecimentos deixam marcas profundas que dantes eram desvalorizadas.
Hoje em dia e bem, por coisas mais pequenas, aparece logo um acompanhamento de Psicólogos, dantes o menor sinal de fraqueza era logo ameaçado com uma «porrada».
Gostaria de saber quem teve a iniciativa de nos brindar com tão significativa homenagem à Camarada Celeste.Apareceu uma jovem franzina com aquele instrumento que penso ser um clarinete, à partida ninguém dá nada por ela, mas ao contrário de que muita gente pensa, os franzinos têm uma grande caixa-de-ar, digo por conhecimento.
Já ouvi mais de uma vez sem poder conter a emoção, no momento vieram-me à memória não só a Celeste mas todos os tombaram no cumprimento do dever, a quem tomei a liberdade de endereçar a intenção.
Palavras para quê, parabéns a que teve a iniciativa.

Um abraço

Saudações Aeronáuticas

  1. Dâmaso
VB: Bom-Dia, Dâmaso.
Acredito perfeitamente que a emoção te tenha assaltado, de ti não se podia esperar outra situação, não só pelas tuas qualidades humanas como homem que viveu de perto com a Celeste.
O autor da homenagem foi o colectivo desta Base,uma família tão nobre como a nossa nunca pode esquecer do aniversário desta data em que um seu querido elemento partiu para o seu último voo.

Voo 2155 APRESENTAÇÃO DE OBRA LITERÁRIA.


sábado, 12 de fevereiro de 2011

Voo 2154 O TOQUE DO SILÊNCIO.



Fernando Castelo Branco
1ºSargº.MMT

Terceira - Açores


AMIGOS

Não se “arrependam de fazer BEM”!...
Para mim, “inocentemente”; direi ;É LINDO; mas com SAUDADE E AMIZADE; “lembrares-te” da NOSSA ANJO, que MUITAS VEZES; veio do CÉU!...
Mas; quis “NOSSA SENHORA DO AR”; que naquele “fatídico” dia, de Fevereiro de 1973; ELA; ficasse por terra; para depois “mais tarde”, ir pertencer á SUA ESQUADRA?!...
A VIDA, tem destas coisas.
Os anos passaram, para nós e para a “NOSSA CELESTE”; e MUITOS mais; estejam aonde estiverem ao som do TOQUE DE SILÊNCIO, teremos sempre um “CLARIM”, que NUNCA esquecer-se-á de tocar e nós com SAUDADE E AMIZADE juntaremos (também) a RECORDAÇÃO de “atabalhoadamente e a correr” irmos para o GINÁSIO da BASE MÃE OTA, para vermos o (filme TOQUE DE SILÊNCIO)?!...
Já passaram alguns ANOS, mas; nós “os meninos de ontem”; continuamos; mesmo “tendo crescido”; a RECORDAR as “boas maneiras” de saber dividir um papo seco; com o Companheiro do lado?!….
Um abraço; para TODOS e nunca esqueçam-se do “TOQUE DE SILÊNCIO”; porque para mim; além de um dos toques “mais bonitos” da TROPA era um toque que obrigava-nos a “tocar baixinho a guitarra”;….. para nós era na altura “a canção do Vitinho” que nós mais tarde “quisemos” que os nossos filhos ouvissem…

Fernando Castelo Branco

Voos de Ligação:

Voo 2151 Não te esquecemos,Celeste!
Voo 2152 Estamos contigo,Camarada! Rosa Serra
Voo 2153 Obrigado "Brigadeiro"! Samuel Girão

Voo 2153 OBRIGADO "BRIGADEIRO".




Samuel Girão
1ºSargº.MMA
Póvoa de Stº.Adrião


Obrigado Carvalho pela beleza deste teu poema.Pena que tenha sido escrito baseado na dor que todos na altura sentimos.
Assistir á tragédia
como nós assistimos não foi fácil.

Legenda: Foi o hélice de uma aeronave destas, DO 27,que na placa de estacionamento da BA 12,ceifou a vida da Celeste quando se preparava para assistir no mato o camarada que necessitava dos seus préstimos

Resta-nos recordá-la com a saudade e o carinho que sempre nos mereceu.
Um abraço do (na altura) teu chefe, que sabes nunca o foi.
GIRÃO

Voos de Ligação:

Voo 2151 Não te esquecemos,Celeste!
Voo 2152 Estamos contigo,Camarada! Rosa Serra

Voo 2152 ESTAMOS CONTIGO,CAMARADA!




Rosa Serra
Alf.Enfª.Paraqª.
Parede



Victor,Em primeiro lugar desejo que estejas melhor e que os problemas com os teus olhos se vão afastando cada vez mais, ou seja que vão para o espaço.... e tu estejas cá neste espaço sempre bem disposto como nos habituas-te.Hoje apesar da hora tardia dei uma olhada ao blogue e fiquei muito sensibilizada com o post dedicado ao falecimento da minha camarada Celeste e até fiquei com sentimento de remorsos por eu não saber a data do que aconteceu em 1973.

Como sabes eu não estava lá nessa época, mas conhecia-a perfeitamente pois a primeira comissão da Celeste foi em Luanda onde estivemos juntas. Normalmente estou mais ou menos por dentro dos acontecimentos das enfermeiras, neste caso foi uma falha grande porque nem tão pouco sabia da data do falecimento da Celeste.
Estou muito sensibilizada, por alguém se ter lembrado e em nome das enfermeiras pára-quedistas o nosso muito obrigado a quem não a esqueceu, não obstante me sentir triste por nenhuma enfermeira expressar esse sentimento de tristeza que esta nossa colega deixou no nosso coração ao ter partido tão cedo e de uma maneira tão trágica.
Celeste apesar destas nossas falhas, não te esqueceremos. Descansa em Paz - e se te for permitido vai olhando por todos nós, um dia iremos encontrar-nos todos.
Rosa Serra
Ex- Enfermeira Pára-quedista

Voos de Ligação:

Voo 2151 Não te esquecemos,Celeste!

VB: Olá Rosa.
Antes de mais as nossas desculpas pela morosidade da publicação do teu”voo”,mas tivemos uns dias muito desgastantes com a actividade profissional de cada um de nós.
Somos uma família muito ESPECIAL, por isso nunca nos esquecemos deste seu membro que, embora já tenha feito o último voo, está sempre junto a nós.
Obrigado pela tua preocupação sobre o meu estado de saúde, embora em período experimental, já vou voando.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Voo 2151 NÃO TE ESQUECEMOS,CELESTE!





Caros Companheiros:O meu ego muitas vezes abre o seu arquivo e recorda-me ocasiões que me fazem parar de imediato para poder conter as emoções causadas por tais momentos.
Pois hoje mais uma surge com um relembrar da nossa querida e saudosa companheira Fur.EnfªPara Celeste Costa que do dia 10 de Fevereiro de 1973, trinta e oito anos passados, perdeu a vida ao tentar partir para prestar o seu auxilio a alguém que no terreno, em plena guerra, dele necessitava.

Legenda: Na fila de baixo, do lado dirº do seu instrutor a Celeste durante o curso

Não é minha intenção descrever o que vi, simplesmente prestar uma singela homenagem a quem tão esquecida foi, e é ,por quem de direito.
Para tal,e com alguma emoção à mistura ,transcrevo aqui os versos que o nosso companheiro Carvalho,"Brigadeiro",lhe dedicou na altura:


Caminho alegre e despreocupado
Com passos largos,mas não apressado
Dobro a esquina,avião mal arrumado
Olho para o chão...,um corpo deitado.

Corta-se-me o coração
Camisola branca e camuflado
Caminho agora incerto e desorientado
Olho o corpo frio,ali deitado no chão...

Corre uma lágrima,correm duas
Chorar não posso porque sou forte
Minha força quebra com lágrimas nuas
Alguém perde a vida e ganha a morte.

Era alguém tão querido
Que tinha sempre em mente
Nome que guardava para sempre
Numa página,gravado, do meu livro

Veio a dor a descontrolar
Veio a revolta e a desilusão
Veio então a palavra...amar
Despedaçando meu coração

Era ela,tinha a certeza
Mas não podia acreditar
Parecia um anjo...cheio de beleza...
...Que o destino acabava de matar...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Voo 2150 A CAPA DA REVISTA DO EXPRESSO.




Manuel Lanceiro
Esp.MMA (Canibais)
Lisboa



A revista do Expresso do fim-de-semana passado, tinha uma rubrica que se chamava “Memórias de quem viveu o início guerra colonial”. Os testemunhos descritos foram sobre os primeiros acontecimentos em Angola (1961), do tempo da catana e do canhangulo. São descrições que mostram bem a violência e o terror vividos naqueles primeiros tempos.

Mas o que me mais impressionou, foi a capa da revista. A fotografia, apesar não dizer respeito àquela época (1961), pois os AlIII só apareceram no teatro de guerra em 1963, é duma espectacularidade impressionante e podia ter sido tirada em qualquer das frentes de guerra.

Para os que não tiveram oportunidade de a ver, aqui vai uma fotografia da referida capa.

Um Abraço

Manuel José Lanceiro

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Voo 2149 GEN.PILAV. LUIS ARAÚJO,TOMA POSSE COMO CEMGFA


General Luís Araújo vai ser o próximo Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas

O general Luís Araújo vai ser o próximo Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, segundo um comunicado divulgado hoje pela Presidência da República. Luís Araújo é o atual Chefe de Estado-Maior da Força Aérea.

A posse terá lugar na próxima segunda-feira, data em que obrigatoriamente o atual CEMGFA, o general do Exército Valença Pinto passa à reforma, por limite de idade.

Luís Araújo tem 61 anos, exercendo as funções de chefe de Estado-Maior da FA desde dezembro de 2006. Antes disso, foi diretor-geral de Política Defesa Nacional no Ministério da Defesa.

A nomeação de Luís Araújo atesta que, apesar dos rumores em contrário, Governo e Presidência seguiram a norma não escrita da rotatividade dos altos cargos militares. Antes de Valença Pinto, o CEMGA havia sido o Almirante Mendes.
CURRICULUM:

O General Luís Araújo nasceu no Porto no dia 25 de Fevereiro de 1949, tendo ingressado na Academia Militar em 1966 e concluído o Curso de Aeronáutica em Junho de 1971.

Cumpriu uma missão de serviço no teatro de operações no Norte de Moçambique de Outubro de 1972 a Outubro de 1974, tendo voado cerca de 1000 horas no helicóptero ALIII.

De Outubro de 1974 até Outubro de 1981 serviu na Base Aérea Nº 6 (Montijo), onde foi Comandante da Esquadra 551 (ALIII) durante 4 anos.

Frequentou o Curso Geral de Guerra Aérea no Instituto de Altos Estudos da Força Aérea (IAEFA) no ano lectivo de 1981-1982 e o 75º Curso Complementar de Estado-Maior da Royal Air Force no Reino Unido em 1982-1983.

Exerceu funções de professor do IAEFA e do Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM) entre 1983 e 1987, tendo então sido colocado na Divisão de Operações do Estado-Maior da Força Aérea.

Em Março de 1990 foi nomeado adjunto para a Força Aérea do Ministro da Defesa Nacional, tendo frequentado o Curso de Defesa Nacional no Instituto da Defesa Nacional, em Lisboa, no ano lectivo de 1990-1991.

Em Setembro de 1991, foi nomeado para uma missão de serviço na Divisão de Operações do Comando Aliado do Atlântico (SACLANT) em Norfolk-EUA.

Em Setembro de 1994 foi nomeado 2º Comandante da Base Aérea Nº 4 (Lajes - Açores), onde permaneceu até Agosto de 1995.

Em Março de 1996 foi nomeado assessor para a Força Aérea da Casa Militar da Presidência da República.





























Assumiu em Outubro de 1997 o Comando da Base Aérea Nº 6 (Montijo), cargo que exerceu até Outubro de 1999.

Comandou a Força Conjunta de Protecção e Recolha de Cidadãos Nacionais na República da Guiné-Bissau, durante a crise político-militar que aí eclodiu em Junho de 1998.

Em Outubro de 1999, foi nomeado para a frequência do Curso Superior de Guerra Aérea no IAEFA, que concluiu em Agosto de 2000.

Como Major-General desempenhou as funções de Subchefe do Estado-Maior da Força Aérea de Outubro 2000 a Janeiro 2004.

Promovido a Tenente-General em Janeiro de 2004 assumiu as funções de Director do Instituto de Altos Estudos da Força Aérea.

Em Maio de 2005 tomou posse como Director-Geral de Política de Defesa Nacional.

Em 18 de Dezembro de 2006 foi promovido a General e tomou posse como Chefe do Estado-Maior da Força Aérea.

Da sua folha de serviço constam várias condecorações, das quais se destacam uma Cruz de Guerra (2ª Classe), três Medalhas de Ouro e duas Medalhas de Prata de Serviços Distintos, uma Cruz Naval (2ª Classe), a Medalha de Ouro de Valor Militar (colectiva) e a Grande Cruz de Mérito Aeronáutico do Reino de Espanha.

O General Luís Araújo tem duas filhas e é casado com a Sra. Maria Manuela Benevides Araújo.

Voo 2148 EXPOSIÇÃO SOBRE O GENERAL PILOTO HUMBERTO DELGADO.




O Museu do Ar tem patente, nas suas instalações de Sintra, uma exposição fotográfica dedicada à vertente de aviador do General Humberto Delgado. Esta exposição temporária, que estará aberta ao público até ao dia 18 de Abril de 2011, procura mostrar a elevada importância que o General teve na história da aviação portuguesa, em particular na aviação comercial, tendo mesmo sido considerado o criador da companhia de bandeira – Transportes Aéreos Portugueses – TAP.

Junto com a exposição fotográfica são apresentados alguns artigos pessoais do General, pertencentes ao espólio do Museu do Ar.


Durante o ano de 2010, o Museu do Ar registou uma maior afluência em relação ao ano anterior, tendo recebido cerca de 35.000 visitantes. A razão desta subida deveu-se à abertura ao público das novas instalações de Sintra, mantendo abertas, às segundas-feiras e dias previamente marcados para visitas de grupos, as antigas instalações de Alverca - agora denominadas de “Pólo de Alverca”.

O Museu do Ar mantém ainda um pólo em Ovar, no Aeródromo de Manobra Nº1, em Maceda, onde os visitantes do Norte do país podem ter acesso a uma interessante colecção museológica de aeronaves, mediante marcação prévia.

Reconhecido internacionalmente como uma das melhores colecções de aeronaves da Europa, o Museu do Ar apresenta mais de 70 aeronaves nos seus três locais abertos ao público, tendo actualmente a parceria do museu da companhia aérea TAP-Air Portugal e do museu empresa ANA – Aeroportos de Portugal, SA.

E.R.

Procedência do Voo: EMFA

VOO 2147 O OLHINHO DE COMANDANTE.



António Loureiro
Fur.Mil.PA
Figueira da Foz


Dá-me licença senhor Comandante


O OLHINHO DE COMANDANTE

Viva o nosso Comandante
Com o seu olhinho de "falcão"
Ainda tem que por umas gotinhas
Por causa da lubrificação

Agora anda mais contente
Que até dá gosto vê-lo
Não é só para quem quer
Também é preciso merece-lo

O problema da falta de ar
Foi um filtro colmatado
Que lhe limitou o caudal
Por tantas horas deitado

O assunto ficou resolvido
A decepção já passou
Graças à Nª.Sª. do Ar
Que nunca o abandonou


COMANDAR

Comandar não é mandar
É uma missão bem diferente
Por causa dessa confusão
As coisas não vão p'rá frente

Tem que saber engolir sapos
Fazer ouvidos de mercador
Meter água na fervura
E nunca perder o pendor

É importante saber ouvir
E melhor encorajar
E nos momentos mais difíceis
Dar ânimo para trabalhar

Quando a velocidade é de cruzeiro
E as coisas correm bem
Fica-se com a sensação
Que não se precisa de ninguém

O pior é nas dificuldades
Quando a dúvida seduz
Que o Comandante é o farol
E a sua experiência a luz

Nem sempre os melhores são os bons
Nem sempre os bons são os melhores
Há muitas situações
Em que os bons são os piores

À que ter muita atenção
Estar atento aos sinais
Por vezes há verdadeiros dramas
No mais comum dos mortais

A figura do comandante
Segundo o regulamento
É o responsável pelo que faz e deixa fazer
Dentro do seu Regimento

Cada vez me orgulho mais de pertencer a este grupo de "maduros" que desinteressadamente vão dando sinais de vida com artigos, por mais pequenos e singelos que sejam, demonstram bem o caracter, a amizade e o culto de pertencerem a algo que os une, o sentimento do dever cumprido.


RÁPIDAS MELHORAS SENHOR COMANDANTE

Um abraço a todos


VB: Obrigado Loureiro, por estas tuas maravilhosas quadras, são um fortificante para o relaxamento do nosso ego, embora o quotidiano da nossa vida nos traga sempre num autêntico barril de pólvora, fazendo com que, muitas vezes, só de ver a cabeça do fósforo se verifique a explosão.




VOO 2146 ALÉM DE BONITO,ERA IMPORTANTE.




Fernando Moutinho
Cap,Pil.
Alhandra


Antes de mais, um abraço pelas boas novidades com bons augúrios.
Quanto às relações Piloto/Mecânico eram muito cordiais e com muita amizade.
Se há alguma coisa que a Força Aérea conseguiu foi um criar um "espírito de corpo" formidável. Mais tarde no NordAtlas, voado por tripulações heterogéneas, apreciei a vivência entre todos. Os postos não eram "visíveis", havia camaradagem mas um respeito mútuo formidável. Repito, a Força Aérea pode orgulhar-se desse comportamento.
Melhor prova?
A nossa camaradagem no Blog...Criei amizades que ainda hoje perduram com o pessoal dito "da ferrugem". Pena que a dispersão geográfica e a idade não permitam grandes confraternizações.
Havia figuras castiças. Por exemplo, ainda na Esq 10 (F-47) e na Esq 21, o Sarg Dias, picado das bexigas. Sempre bem disposto, dizia ele que em criança lhe tinham atirado com uma alcofa de pregos para a cara.


Junto uma foto que não tenho a certeza se já apareceu mas apresenta o pessoal que entrou nas Manobras de 1955.


A 2ª foto mostra alguns rapazes menos novos, da mecânica...

Até breve

Um abraço

Moutinho

NB. Foi realmente uma relação de extrema confiança mútua muito elevada.Éramos, mecânicos, formados à “pressa”,mas a nossa capacidade de aprendizagem aliada à dos instrutores, fez com o piloto quando se dirigia para o avião para cumprir uma missão, confiasse plenamente na sua operacionalidade inspecção era uma…”obrigação”.
O respeito,embora com toda a liberdade facultada pelos pilotos,nunca se perdeu,cada um sabia onde terminava a sua "liberdade".
É orgulhoso para todos nós, a grande ligação que ainda hoje, passados tantos anos, existe entre “PILOTO/MECÂNICO”

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

VOO 2145 AS PISADELAS.


Jorge Mendes
2ºSargºEABT
Coimbrahttps://mail.google.com/mail/images/cleardot.gif


Meu Comandante, restante Comando e Toda a Linha da Frente
Diz o Sotero que eu o pisei no jogo do lenço e ficou sem telemóvel.
Bem feito, pois ele em 1970, quando frequentamos o curso de sargentos milicianos, muitas vezes me pisou nas nossas jogatanas de futebol.
Ele era um “ sarrafeiro mor”. Já tinha tendências para vir a ser MOR (Sargento).
Pois é Amigo Sotero , volvidos 41 anos chegou a altura de eu te devolver as pisadelas que me davas. Mas são com muita amizade.
O nosso grupo do curso era pequeno (apenas 10), mas cada um à sua maneira, embora amigos, vinha ao de cima a nossa rebeldia dos 20 anos.

Saudações amigas

Jorge Mendes

2ºSarg.Milº EABT

Voo 2141 - Carta do avô ao neto que foi operado à vista. Victor Sotero