Jorge MarianoAlf.Mil.Engº. Químico
Coimbra
Jorge Mariano
Salvador Nogueira
Oficial Paraqª
Referente à missão em que morreu o Fur Pilav Vidal, segundo a declaração de testemunho presencial que obtive junto do Cor Pilav Luís Reis, "a aterragem do DO-27 em Bissau foi feita pelo 2º Sargento Piloto Rocha, (P-2/59) e o avião não tinha duplo comando."
SNogueira
Voos de Ligação:
Voo 2179 Quem esteve na BA 12 com o Vidal? Virginio Briote
Voo 2185 O acidente do Fur.Mil.Pil Frederico Vidal. Santos Oliveira
Voo 2186 O Vidal era um bom rapaz. Fernando Moutinho
Voo 2190 Os manos Vidal,meus condisciplos. António Six
VB: Este nosso camarada, julgo Cap. Paraq.,embora continue a excluir a sua incursão nesta nossa tertúlia, não deixa de esclarecer sobre algumas questões que nos têm sido colocadas no devido tempo.
Dúvidas não nos restam em afirmar que seria uma mais valia para o engrandecimento deste nosso espaço, a entrada do Salvador nesta Tertúlia.

Américo Dimas
Esp.Marme “Lobo Mau”
Angola
Caro Victor, Crew e tertulianos
Venho desta vez, testar as memórias de todos aqueles que passaram pela Base Aérea nº 12, principalmente nos anos de 1970 a 72, para me ajudarem a identificar os restantes participantes do jogo amistoso efectuado no pelado do "estádio" da Base, conforme foto, em pose para a posteridade.

Os meus agradecimentos antecipados.
Américo Dimas
VB: Companheiros, como podem observar, em relação à foto apresentado pelo Américo, eu colaborei, pois os nomes a vermelho são meus.
Esperemos que alguém complete a foto.

O exercício Real Thaw 11 (RT11), que se realiza de 28 de Março a 8 de Abril, é um exercício da Força Aérea planeado e conduzido soba égide do Comando Aéreo, órgão da Força Aérea responsável pelo treino eaprontamento dasunidades operacionaisque possam vir a participar em operações militares nos mais diversos quadros de cooperação internacional (NATO e UE).
A coordenação do RT11 é realizada na Base Aérea Nº5 (BA5), em Monte Real, e as acções desenrolam-se, na sua maioria, na região de Monte Real e Covilhã. O Aeródromo Municipal da Covilhã, integrado no exercício RT11 como "Base Aérea Táctica", serve de apoio às operações aéreas e terrestres que se realizam na zona da Covilhã, Penamacor, Seia, Monfortinho e Meimoa e constitui-se como um local estratégico para o cumprimento das missões planeadas.
Para a correcta execução deste exercício foi desenvolvido um cenário (fictício) que pretende criar situações realistas e complexas que desafiem as forças participantes a executar as acções adequadas.De um modo geral uma operação militar engloba um conjunto de acções correlacionadas no tempo e no espaço, planeadas e executadas por forças militares visando obter um efeito que satisfaça um objectivo político/militar definido superiormente. Assim, um exercício militar pretende criar cenários políticos/militares que repliquem o mais possível situações verosímeis onde o poder militar possa ser empregue a fim de proporcionar o adequado treino a forças militares para uma possível projecção de forças num teatro de operações dinâmico e actual.
A Força Aérea,vai estar presente através das diversas esquadras:


Victor Tavares
1ºCbºParaquedista
Águeda
Amigo e Camarada Victor Barata Comandante Supremo desta grande base, mais uma vez me encontro entre vós para te solicitar a publicação de mais uns enxertos da minha convivência operacional no TO na Guiné , esta sobre GADAMAEL PORTO
Despeço-me enviando um abraço para todos os Camaradas bloguistas, bons voos e melhores aterragens
GADAMAEL PORTO
“OUTRO INFERNO A SUL”
(PARTE - 2)
No dia seguinte mais uma missão estava destinada á Companhia de Caçadores Pára-quedistas 121 , onde já se encontravam á vários dias as nossas Companhias de Pára-quedistas 122 e 123 , dada a gravidade da situação criada pelas forças do PAIGC que neste período do ano , entre Maio e Julho , intensificou os ataques , tanto a aquartelamentos como a colunas , em Gadamael Porto a situação era cada vez mais complicada , uma vez que os militares do PAIGC já tinham tomado o destacamento de Guilege , após ataques contínuos de artilharia e flagelações de armas ligeiras, chegando mesmo a cercarem o destacamento mantendo a sua guarnição sitiada até á tomada de decisão de abandonar o destacamento por parte do seu Comandante COUTINHO de LIMA, uma vez que não lhe restava outra alternativa. Não o fazendo correria o risco de serem dizimados pelas forças atacantes que estavam decididas a tomar o aquartelamento.

Os ataques geralmente partiam da Guiné Conacri, após o abandono de GUILEJE por parte das nossas forças, os homens do PAIGC começaram a bombardear Gadamael Porto, concentrando toda a sua artilharia apontada a este destacamento com a intenção de o tomar de seguida.
No entanto este já se encontrava guarnecido pelas Companhias de Pára-quedistas, 122 e 123 e a partir da data acima indicada pela 121, as quais impediram tal intenção. Mesmo assim foram dias de grande azafama em termos operacionais aonde a segurança era nula várias vezes ao dia era o destacamento atacado e não falhavam um único tiro, tornou-se numa situação insuportável ,as nossas tropas tinham mais segurança quando andavam fora do destacamento em patrulhamentos , a nossa missão foi manter a segurança do destacamento , patrulhando e fazendo incursões até junto da fronteira , aonde o PAIGC tinha instaladas armas antiaéreas e canhões s/recuo , de onde atingiam Gadamael Porto , e antes , Guilege , durante estes patrulhamentos tivemos um primeiro contacto com as forças do PAIGC sem qualquer problemas para as nossas tropas.

No dia 13-06, manhã cedo preparamo-nos para rumar a Gadamael, sendo transportados em Zebros do Destacamento de Fuzileiros Especiais Africanos N.21, dois grupos de combate sendo colocados nas margens do rio nas proximidades de Gadamael para onde seguimos em patrulhamento depois de serem desembarcados os outros dois grupos de combate da 121 que foram deslocados em LDM, no retorno das embarcações seguiram para Cacine os Pára-quedistas da CCP122, aonde iriam recuperar durante um curto período.
Chegados ao destacamento verificamos que o estado do mesmo era na verdade aterrador fruto dos constantes ataques, sendo bem visíveis os buracos dos rebentamentos das granadas do IN, era evidente que quem lá tinha estado anteriormente tinha passado por uns maus bocados.
As nossas duas companhias de pára-quedistas que se encontravam aqui estacionadas estavam em permanentes patrulhamentos no exterior do aquartelamento indo a este
simplesmente para remuniciamento e reabastecimento, desta forma fomos alargando o raio de acção indo até junto á fronteira, para conseguir referenciar os locais de onde o PAIGC fazia os ataques, para dar indicações á nossa Artilharia e Força Aérea, o que devido a esta impossibilidade de referenciar estes alvos, o que nos levou a ocupar as zonas em que o IN, poderia instalar as suas bases do fogo e assim fazê-lo afastar-se, foi o que veio a acontecer.
A partir desta altura fomos ao encontro dos locais de onde se ouviam os disparos das bocas de fogo e ocupamos essas áreas mesmo junto á fronteira, algumas vezes chegamos mesmo a ultrapassar a linha de fronteira com alguma profundidade nunca por períodos longos, mas apenas porque havia aí bases de fogo IN , nunca conseguimos apanhá-los desprevenidos, pois havia sempre forças de infantaria do PAIGC que os alertava com tiros acabando por retardar a nossa progressão.
No entanto os ataque a Gadamael deixaram de ser tão frequentes, passando a flagelações com menos intensidade e sem a precisão até aí evidenciada e feitas a partir daí sempre de locais diferentes, quando as nossas forças aí chegavam já eles tinham partido para outro local.
Mesmo já quando as forças do PAIGC não flagelavam o destacamento com tanta frequência fomos mantendo a actividade de patrulha ao mesmo ritmo, de forma a manter as áreas próximas do braço do rio que dava acesso a Gadamael e que era a nossa única via de ligação para o exterior.
Consequentemente a eficácia de tiro até aí verificada por parte do IN deixou de existir e a intenção e pressão inicial caiu por terra, as forças do nosso exército voltaram ao destacamento e com os pára-quedistas fizeram vários patrulhamentos transmitindo-lhes os nossos conhecimentos e mais confiança nos deslocamentos em plena mata até aí de arrepiar.
Um Abraço.
Victor Tavares
Voos de Ligação:
Voo 2210 Gadamael Porto,outro inferno a Sul (1) - Victor Tavares

|
GENERAL PILAV Manuel Diogo Neto |
| |
|
Pierre Farges
Técnº.de Alouette III
França
Bom dia cargo Victor,
Para continuar os jogos "mistério" eis outra fotografia.
Cordialmente a todos.
Pierre
VB. Boa Tarde Amigo Pierre.
Espero que esteja tudo bem de saúde.
Pois cá vamos deixar o “mistério” no ar.
Eu por mim adianto que o Zé Especial que ostenta a divisas como tal é o Zagalo Melec/Inst.Av..Será?

Américo Dimas
Esp.Marme“Lobo-Mau”
Angola
A outra face de Gadamael-Porto
Ao ler o texto da mensagem (voo 2210) do nosso camarada e amigo Victor Tavares, veio-me à memória, as várias missões que lá fiz, na qualidade de tripulante do “Lobo Mau”, no ano de 1972.
De todas as vezes que fui lá ao Sul, tratou-se sempre de efectuar a protecção aérea, à coluna de viaturas que percorria aqueles vários quilómetros de picada, que ligavam as várias povoações até Gadamael-Porto.
Legenda: Dentro do “Lobo Mau” com o meu amigo Ribeiro aos “comandos”
Foto: Américo Dimas (direitos reservados)
Depois de devidamente lavadas e cozinhadas, as ostras serviam de agradável petisco a uns quantos amigos, apenas acompanhadas com sumo de lima e devidamente regadas com cerveja ou vinho Verde.
Esta foi sempre, para mim, a parte boa das missões a Gadamael-Porto. Sei no entanto que, alguns companheiros meus noutros momentos, tiveram por vezes, muito mais “atarefado”… trabalho.
Ao jeito do José Carlos Malato, lá fui sempre muito feliz. Foram outros tempos.
Cumprimentos a todos!
Américo Dimas
Voos de Ligação:
Voo 2210 Gadamael Porto,outro inferno a sul (1) Victor Tavares

Victor Tavares
1ºCbº.Paraqª.
Agueda
Amigo e Camarada Victor Barata.
Comandante Supremo desta Grande Base, mais uma vez me encontro entre vós para te solicitar a publicação de mais uns enxertos da minha convivência operacional no TO na Guiné , esta sobre GADAMAEL PORTO, repartida em 4 partes, se o entenderes fazer .Aproveito também, se o permitires, Saudar com um abraço, o meu Camarada e Amigo Sarg. Mor. DAMASO, que publicamente e através do blogue me deu as boas vindas, e lembrá-lo que ele ainda passou pelo meu pelotão “pouco tempo” antes da sua colocação definitiva no 3º pelotão, substituindo o Sarg. Carlos Ferreira.
GADAMAEL PORTO
«OUTRO INFERNO A SUL»
(PARTE – 1)
Depois de regressados do inferno de GUIDAJE, a CCP 121 encontrava-se
estacionada em Bissalanca gozando um curto período de descanso, após a desgastante acção que tivera no norte da província.
Daí, o Comando Chefe entender que os 4-5 dias de descanso já eram demais e o reforço das nossas tropas que se encontravam em Gadamael ser necessário por se encontrarem em grandes dificuldades, por isso acaba por dar ordens para rumar-mos a Gadamael, para onde partimos a 12-06-1973.
Partindo de Bissau em LDG com destino a CACINE onde chegamos a meio
da tarde deste mesmo dia, como a lancha que nos transportava não conseguia atracar ao cais por falta de fundo fomos fazendo o transbordo por varias vezes em LDM para esta localidade.
Foi então logo na primeira abordagem da lancha que me apercebi, que na mesma estava um indivíduo que pela cara me pareceu familiar no entanto como o mesmo se encontrava vestido de forma tipo civil «calções, camisa aos quadradinhos toda colorida e sandálias de plástico transparente pensei ser por ventura algum civil que andaria por ali no meio da tropa o que seria natural e podia eu estar errado.
Depois de toda a tropa estar desembarcada, indicaram-nos o local onde iríamos ficar num terreno de frente ao quartel de Cacine, instalamos e de seguida fomos dar uma volta pelas redondezas, até que no regresso deparo com a mesma criatura sentada no cais com ar triste e pensativo, como a quem a vida não corre bem, eu vinha acompanhado do Pára-quedistas COSTA “Carneiro Preto” e pelo VELA meu conterrâneo «hoje meu compadre» e perguntei-lhe, houve lá, aquele tipo ali não é, nosso conterrâneo? Responde ele, sei lá, pá, isto e só homens.
Por ali estivemos na conversa mais algum tempo, até que tomei a iniciativa de me dirigir ao fulano uma vez que ele continuava no mesmo sítio, acercando-me dele perguntei-lhe, diz-me lá camarada, por acaso tu não és de AGUEDA?
Responde-me ele, sou, e pergunta-me ele, e você não é de Recardães? E digo- lhe eu, sou, cumprimentamo-nos, e vai daí perguntei-lhe o que é, que estava ali a fazer, porque de militar ele não tinha nada; responde-me que não sabia o que estava ali a fazer, de uma forma triste e ao mesmo tempo em tom desesperado e desanimado.
Entretanto com o desenrolar da conversa, ele perguntou o que estávamos ali a fazer, eu respondi que na madrugada seguinte íamos para Gadamael Porto, qual não é o meu espanto quando ele põe as mãos á cabeça, desesperado e desorientado me diz, não vão porque vocês morrem lá todos.
Tentei acalmá-lo, dizendo-lhe para estar descansado que nada de grave ia acontecer, pedi-lhe para me contar o que se passava, vai daí, começa ele a relatar o que tinha passado de Guileje- Gadamael até chegar a Cacine, na verdade depois de o ouvir não me ficaram a restar dúvidas que ele tinha mais do que sobejas razões para estar no estado psicológico aterrador que se encontrava.
Entretanto informa-me da sua situação militar daquele momento tal como a de outros camaradas que abandonaram Guileje , neste grupo estava também outro meu conterrâneo, que o primeiro foi chamar vindo este a confirmar tudo .
O que mais me chocou foi a forma desumana como estes militares foram tratados depois da sua chegada a CACINE, sendo considerados como desertores e cobardes, quando em meu entender, se alguém tinha que assumir a responsabilidade dessa situação seriam os seus superiores e nunca por nunca os soldados.
Estes homens foram humilhados por muitos dos nossos superiores, «que eram uns grandes heróis de secretaria», foram proibidos de entrar no aquartelamento não lhes davam alimentação, o que comiam era nas Tabancas junto com a população, as primeiras refeições quentes que á longos dias já não faziam, foram feitas por estes dois homens juntamente com os Pára-quedistas , porque o solicitei junto do meu Comandante de Companhia Capitão Pára-quedista ALMEIDA MARTINS , « Hoje TENENTE GENERAL na reserva » ao qual apresentei os dois Camaradas do exército que lhe contaram tudo por que passaram , solicitei ao meu comandante para eles fazerem as refeições junto com o nosso pessoal, prontificando-me a pagar as suas diárias se fosse necessário, tendo este autorizado os mesmos a fazerem as refeições enquanto não tivessem a sua situação resolvida e a nossa cozinha que dava apoio ao Bigrupo que estava de reserva ali se mantivesse, vindo o meu comandante a por o problema destes homens ao comandante do aquartelamento do exercito e solicitando para que o mesmo fosse resolvido com o máximo de brevidade uma vez que a situação não era nada dignificante para a instituição militar.
É de salientar que estes dois homens já não escreviam aos seus familiares á mais de um mês, porque não tinham nada com que o fazer, fui eu que lhes dei aerogramas para o fazerem e os obriguei a escrever, porque o seu moral estava de rastos a vida daqueles militares já não fazia sentido.
Dormiam debaixo dos avançados das Tabancas enrolados em mantas de cor verde, não tendo mais nada a não ser o camuflado.
Estes meus dois conterrâneos que atrás refiro eram o CARLOS que infelizmente já faleceu do lugar de Perrães – Oliveira do Bairro e o Victor Correia de Aguada de Baixo – AGUEDA, este sofre imenso de stress de guerra.
Despeço-me enviando um abraço para todos os Camaradas bloguistas, bons voos e melhores aterragens.
VB: Pois meu Caro Victor, muito se tem falado de Gadamael e da retirada das nossas forças armadas, aliás, existem até algumas obras escritas sobre o acontecimento, estou a recordar-me da “Retirada do Guileje” de autoria do Cor.do Exº. Coutinho e Lima.
Mas a grande realidade dos factos são estas, narradas pela primeira pessoa que os viveram.
ESPECIALISTAS:
Abílio Ferreira
Abílio Pereira (MMA)
Adelino Fonseca
Alfredo Santos (EABT)
Álvaro Eugénio (EABT)
Álvaro Ferreira (MMA)
Américo Dimas (MARME)
Amílcar Condeço (MMT)
António Abrantes (MMA)
António Correia (MMA)
António Ferreira
António Fiche (RÁDIO)
António Silva Vieira
António Six (MMA)
António Teixeira (OPC)
Arlindo Pereira (Piriscas) (MMA)
Arnaldo Sousa (MMA)
Artur Manuel Contramestre
Augusto Ferreira (MELEC/INST./AV.)
Carlos Ferreira (RÁDIO)
Carlos Jeremias (MMA)
Carlos José Santos
Carlos Marques Alves (MMA)
Carlos Robalo (MMA)
Costa Ramos (MMA)
Cristiano Valdemar (MMA)
Fabricio Marcelino (MMA
Felizardo Bandeira (MELEC/TELIPOS)
Fernando C.Branco (MMT)
Fernando Duarte (MMA)
Fernando Manuel dos Santos (EABT)
Fernando Lucas (MMA)
Filipe Abreu (MMA)
Fitas Custódio (MELEC./INST/AV.)
Francisco Mendonça (MARME)
João Carlos Silva (MMA)
João Carrilho (MELEC/INST/AV)
João Coelho
João Ferreira (MMA)
João Henrique (Canadá) (RÁDIO)
João Mendes (ORD)
João Sousa (OPC)
Joaquim Cunha (RÁDIO)
Joaquim Guiomar(MELEC/CENTRAIS)
Joaquim Maurício (MELEC/INST/AV)
Joaquim Silva
Jorge Mariano
Jorge Mendes (EABT)
Jorge Narciso (MMA)
José Bento
José Cabaço (RÁDIO)
José Carlos Matias
José Figueiredo (MRÁDIO)
José Gomes (RADAR)
José Manuel Batista (MMA)
José Osório
José Pereira
José Reia (MELEC/INST/AV)
José Ribeiro (OPC)
José Silva Bento (MMT)
José Teixeira (OPC)
Jovino Chão (MARME)
Juvenal Chitas (MELEC/INST/AV)
Luciano Guerra
Luís Bastias (MELEC/INST/AV)
Luís Carlos
Luís Duarte(Nanamue) (OPC)
Luís Filipe Santos (ENFº,)
Luís Martins (MRÁDIO)
Luís Nobre (OPC)
Manuel Araújo (MMA)
Manuel Lanceiro (MMA)
Manuel Pais (EABT)
Manuel Pereira Marques
Mário Aguiar (MARME)
Mário Felizardo (MMA)
Mário Rodrigues (MELEC/INST/AV)
Miguel Falcão (MMA)
Nuno Almeida (Poeta) (MMA)
Olindo Oliveira (MARME)
Olvídio Sá
Osvaldo Silva (RADAR)
Paulo Castro (METEO)
Paulo Moreno (FOTOGº)
Pedro Garcia (OPC)
Rogério Alves
Rogério Nogueira (MMA)
Rui Custódio (MMA)
Samuel Girão (MMA)
Simão Amaro (MMA)
Victor Barata (MELEC/INST/AV)
Victor Oliveira (MELEC/INST/AV/
Victor Almeida e Silva
Victor Mesquita (EABT)
Victor Saraiva (OPCART)
Victor Sotero (EABT)
Vitoriano Teixeira
PILOTOS
Alfredo Pinho
António Lobato
António Matos
Armindo Pereira (Xipi)
Fernando Moutinho
Gabriel Cavaleiro
Gil Moutinho
Jaime Brandão
Jaime Marinho de Moura
João Almeida e Silva
João Bandeira
Jorge Félix
José Manuel Fonseca
José Duarte Principe
Luís Cabanelas
Manuel Couto
Mário Santos
Miguel Pessoa
Morais da Silva
ENFERMEIRAS E PÁRAQª.
António Dâmaso
Giselda Pessoa
Manuel Rebocho
Manuel Peredo
Maria Arminda
Piedade Gouveia
Rosa Serra
Victor Tavares
POLÍCIA AÉREA
António Loureiro
Carlos Barata
Elmano Duarte
José Leal
José Neto
Rui Elvas
EXÉRCITO
Carlos Vinhal
Hélder de Sousa
Henrique Cerqueira
Humberto Reis
Inácio Silva
Joaquim Mexia Alves
Luís Graça
Manuel Bastos
Mário Fitas
Santos Oliveira
Rui Ferreira
MARINHA
Manuel Lema Santos