sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Voo 3250 "NÓS,ENFERMEIRAS PARAQUEDISTAS"




Custou, mas... Finalmente, está prestes a ver a luz do dia o livro "Nós, Enfermeiras Paraquedistas", uma obra para a qual contribuiu um bom número de enfermeiras paraquedistas com as suas memórias pessoais de um período muito rico da sua vida pessoal e profissional ao serviço da Força Aérea.
O livro é pois o resultado do esforço desse grupo de enfermeiras que decidiu dar cumprimento a um desejo da sua colega Zulmira, infelizmente já falecida, de escrever um livro sobre a vivência deste grupo de mulheres na Força Aérea, nos tempos da guerra do Ultramar.
Vários livros têm sido publicados sobre a actividade das enfermeiras paraquedistas, mas nenhum por iniciativa própria. Talvez por isso, nenhuma dessas obras traduz o que elas pensavam e sentiam naquele que a maioria considera hoje ter sido um "período de ouro” das suas vidas. 
Nenhuma dessas obras narra os seus sentimentos, as suas angústias, as suas alegrias, o medo que tantas vezes as assaltava, a saudade que as corroía, as dúvidas que por vezes as intimidavam, o sentimento de culpa pelos insucessos, o entusiasmo ou o desânimo, e muitos outros sentimentos que as assoberbavam no dia a dia de dura labuta, em terra ou no ar, na Metrópole, em Angola, Moçambique ou Guiné, ou ainda sobrevoando o Atlântico nas longas evacuações de feridos. O que passaram, que caminhos trilharam, os riscos que correram, o que viram e tudo a que assistiram, ao serviço da Força Aérea! Era tudo isso que pretendiam contar, num livro.
Também nenhuma dessas obras descreve o que arrastou cada uma delas para aquela “aventura”; ou o que sentiram ao entrar num mundo exclusivo dos homens, ou como a ele se adaptaram; ou o que custou, a quem nunca tinha sequer estado junto a um avião, saltar dele em voo, utilizando um paraquedas que lhe colocaram nas costas, prometendo-lhe que ele ia abrir “de certeza absoluta”. Nenhuma dessas obras refere o que, passados tantos anos, cada uma delas pensa do que foi servir na Força Aérea como enfermeira paraquedista e o que “isso” significou depois ao longo das suas vidas.
É tudo isto ─ não apenas as suas memórias, mas também os sentimentos que então as acompanharam ─ e muito mais, que quiseram expressar num livro, para deixar às gerações futuras.
Decidiram por isso que, em vez de darem o seu contributo para a elaboração de livros de outros, deveriam tomar a iniciativa de serem elas próprias a escrever num livro a forma como desempenharam a sua profissão num ambiente tão diferente do tradicional, que incluiu mesmo o de guerra. E que, para aquelas que tenham filhos e netos (e depois virão os bisnetos e …), isso seria uma forma ─ a melhor e mais perdurável ─ de lhes dar a conhecer algo de um período crítico da História do seu País, mas também de eles saberem que tinham tido uma avó (bisavó, trisavó, …) que contribuíra para essa mesma História andando na guerra, nas missões mais arriscadas, em África (ainda para mais como voluntária!), onde tinha passado as “passas do Algarve”, mas também usufruído de bons momentos…
No livro procuraram articular as suas memórias dos acontecimentos ou factos que viveram ou que testemunharam, ao longo daquele tempo. Uns são dramáticos, por vezes mesmo trágicos; outros são divertidos, se não mesmo cómicos; outros respeitam ao dia a dia no trabalho normal ou à forma como passavam os momentos de ócio; outros relatam a forma como conviviam num ambiente quase exclusivamente masculino, outros evidenciam a camaradagem e a amizade que estabeleceram com aqueles com quem trabalharam; outros focam o relacionamento com as populações; outros referem situações cheias de humanismo a que assistiram, sobretudo referentes aos feridos e às suas famílias. E tanta coisa mais que tinham para contar!
Uma obra que dará certamente uma panorâmica realista da actividade das nossas enfermeiras paraquedistas ao serviço da Força Aérea.
O livro, que tem como aliciante um prefácio escrito pelo Sr. Professor Adriano Moreira, será apresentado no auditório do Estado-Maior da Força Aérea, em Alfragide, pelas 18H00 do próximo dia 26 de Novembro.



Voo 3249 QUEM SABE A LOCALIZAÇÃO DESTE COMPANHEIRO?

Joana Morais da Rocha
Leitora do Blog



Boa tarde!

Chamo-me Joana Rocha.
Contacto-vos porque hoje, enquanto arrumava uns papéis, encontrei o documento que segue em anexo e que diz respeito à Base Aérea nº12. Creio que vos pode interessar.  Se quiserem divulgá-lo, podem fazê-lo. Pertencia ao meu tio-avô José Teodósio, mas desconheço quem era/é este senhor Carlos Manuel de Freitas Araújo e Rocha, apesar de termos este último apelido em comum. Caso saibam, gostaria que me dissessem, se for possível.
Espero não vos ter importunado.

Cumprimentos,

Joana Rocha

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Voo 3248 " O MODO PORTUGUÊS DE FAZER GUERRA".





Manuel Lema Santos
1ºTen.Reserva Naval
Algueirão
Sintra



Caro camarada,

GAMMA – Grupo de Amigos do Museu de Marinha vai organizar, no sábado, dia 15 de Novembro, a partir das 11:00 horas, nas instalações do Museu de Marinha, em Belém, mais uma sessão das “Conversas Informais”, tendo como orador o Engº José Sequeira Alvarez.

Este antigo oficial da Reserva Naval vai falar sobre a sua comissão na Guiné, entre os anos de 1971 e 1973, ao comando da Lancha de Fiscalização “Arcturus”, abordando diferentes aspectos de âmbito operacional, bem como o relacionamento com os outros Ramos das Forças Armadas e com as populações locais.
A entrada é livre, sendo convidados a assistir os sócios da AORN e os seus familiares.

Um abraço,

A Direcção




Nota do editor do blogue:



José António Sequeira Alvarez foi Oficial da Reserva Naval do 18.º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, da classe de Marinha. Ingressou na Escola Naval em 18.2.71 tendo sido promovido a Aspirante a Oficial em 13.10.71. Foi destacado para a Guiné, tendo sido nomeado como comandante da LFG "Arcturus", funções que desempenhou entre 30OUT71 e 26MAI72. A partir desta data recolheu ao CDMG mantendo-se no desempenho de funções específicas para que foi requisitado por via da sua especialização como engenheiro agrónomo. Completou o tempo de serviço militar e foi licenciado como 2TEN RN.



Voo 3247 A PARTIDA DO CARRONDO LEITÃO.




Manuel Lanceiro
Esp.MMA
Lisboa








A todos os companheiros e amigos.
É com profunda tristeza que informo que o  então Furriel Piloto hoje julgo Coronel  Manuel Carrondo Leitão, nos deixou.
Aqueles que com ele privaram quer na Guiné quer cá, são testemunhas das suas grandes qualidades.
Até sempre companheiro.
Os nossos pêsames à família.
Manel Lanceiro

Voos de Ligação;
Voo 3245 Homenagem a um camarada que partiu – António Matos


Voo 3246 O JULGAMENTO DOS PIRIQUITOS.






Nuno Almeida “Poeta”
Esp.MMA
Liaboa






Repare-se no martelo que o "Sr.Oficial" tinha na mesa.
Aqui acusou-se o piriquito de trazer "chatos" da Metrópole e, por isso, teve que subir para cima da mesa, baixar as calças para que o "sargento de dia" fizesse a colheita, com um garfo, a fim de recolher provas.
Assim eram integrados na família que os ia acolher nos próximos 24 meses, mais o nó da praxe.
Tentem identificar os intervenientes.
Boas férias e até ao próximo encontro, amigos e camaradas.


Um abraço do "poeta"

Nuno

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Voo 3245 HOMENAGEM A UM CAMARADA QUE PARTIU.





António Martins Matos
Ten,Gen.Pilav.
Lisboa






Texto da autoria do nosso camarada António Martins de Matos, TGen Pilav Ref (ex-Tenente Pilav, BA 12, Bissalanca, 1972/74), com data de 9 de Outubro de 2014, publicado no blogue "Luís Graça & Camaradas da Guiné" e por nós aqui reproduzido, com a devida vénia ao António Matos e à Tabanca Grande.


Caros amigos

Ainda há poucos dias nos despedimos do “Blé” (Coronel Bessa Azevedo, piloto de Fiat na Guiné em 1973) e já outro amigo nos deixou, o Carrondo Leitão, piloto de helicópteros na Guiné entre 71 e 73.
Das muitas outras“ estórias” em que foi o protagonista destaco a seguinte:
 Guiné, dia 4 Outubro 73, uma parelha de Fiat-G-91 sai às 6 da manhã para dar apoio algures, o meu avião é o 5409, ao entrar na aeronave o mecânico diz-me que o painel das metralhadoras não inspira confiança, está rachado.
Sendo as metralhadoras completamente inúteis, já que qualquer árvore ou monte de baga-baga é protecção mais que eficaz contra as balas 12.7, ainda por cima o painel com rachas, …, chegando ao local do pedido de apoio de fogo apenas largo as bombas.
Às 6:50 estou de regresso a Bissau, a partir desse momento fico em funções de “alerta”.
Pelas 9 horas sai uma nova parelha de aviões numa missão planeada, vai fazer um ataque na zona do Tancroal, um pouco a norte do Olossato, os pilotos são o Coronel Comandante da Zona Aérea e o Capitão Roxo da Cruz.
Às 9:30 soa a sirene de “Alerta aos Fiats”, não espero pelo outro piloto de alerta, rapidamente entro num dos G-91 que se encontra na placa e descolo, no rádio dizem-me para me dirigir ao Tancroal, um piloto de Fiat-G91 ter-se-à ejectado.
Chegado à área vejo um dos G-91 da parelha a circular e, no chão, os destroços de uma aeronave, o Cap. Cruz tinha-se ejectado. Por falta de combustível o avião da parelha acidentada acaba por abandonar o local, fico sozinho a circular na zona, esperando ver algum “flare” que indique a posição do piloto e algum helicóptero que o possa recuperar.
Ao fim de alguns minutos ouço no rádio que dois ALIII estão em aproximação, um de transporte pilotado por um “periquito” e um heli-canhão com o Carrondo Leitão aos comandos.
Vou-lhes dando as indicações necessárias para se dirigirem ao local, ao chegarem dizem-me que avistam os destroços, logo depois o paraquedas do piloto, passados alguns momentos e lá no meio do arvoredo, avistam o Cap. Cruz.
A partir desse momento o Carrondo Leitão toma conta das operações, fica a circular com o heli-canhão enquanto o “periquito” vai descer e recuperar o piloto, só que…. o local é um buraco entre árvores, de muito difícil acesso. Decisão rápida, trocam-se as posições, o heli de transporte finge ser o canhão e fica a circular, enquanto o outro passa a fazer de transporte e desce ao buraco.
A descida até foi bem, o atirador lá foi buscar o Cap. Cruz, vinha combalido mas inteiro. O problema foi a saída, ao aplicarem motor para tentar sair do buraco, com a deslocação de ar provocada pelo rotor, as copas das árvores fechavam-se, tornando o espaço de pequeno a diminuto. E foi assim que o “periquito”, a circular por cima da clareira acabou por ter um papel decisivo, ao dar indicações ao Carrondo Leitão:
- “Dois metros para a esquerda! Alto! Um metro para trás, agora para a direita!! Pára, mais um metro para a esquerda, ……!!!.”
Esta conversação terá durado não mais que um minuto mas, para mim, foi como se levasse horas, finalmente lá saíram do buraco e puderam rumar a Bissau.
Para terminar a “estória”… O avião do Cap. Cruz era o mesmo 5409 do painel rachado, quando resolveu imitar o número 1 da formação e utilizar as metralhadoras, logo o painel saltou, tornando o avião incontrolável. Mais tarde alguém no topo da hierarquia tentou fazer crer que teria havido uma sabotagem, chegando mesmo ao desplante de acusar os mecânicos, nada mais estúpido e que nos deixou a todos deveras envergonhados, se havia gente leal, cumpridora e acima de qualquer suspeita eram aqueles homens que nos preparavam as aeronaves.
Uma verificação posterior concluiu haver outras aeronaves nas mesmas más condições, painéis rachados e canos das armas em péssimo estado! Não foi nenhuma novidade, estávamos fartos de ver e saber que havia quem, em vez de efectuar rajadas de 4 segundos como vinha no manual, gastasse todas as 800 munições num só passe de metralhadoras…..
Por isso os painéis rachavam!!!

António Martins de Matos


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Voo 3244 FUGINDO Á CARÊNCIA HABITUAL...







Giselda Pessoa
2ºSargº.Enfª. Paraqª.
Lisboa


FARTOTE DE LEGUMES

Quando deambulava pelos aquartelamentos espalhados pela Guiné, nas minhas missões, tive oportunidade de verificar as condições difíceis em que viviam muitos dos nossos militares, nomeadamente no que dizia respeito à alimentação.

Na verdade, devido às dificuldades de abastecimento de géneros, mais visíveis nos aquartelamentos mais isolados, a alimentação falhava com bastante frequência, quer na quantidade quer na qualidade.

Assim, o "prato do dia" em muitos sítios era sistematicamente repetido, geralmente com base no arroz ou massas e enlatados e algum produto produzido localmente, mas muitas vezes com visível falta de frescos para acompanhar a refeição.

Tive a oportunidade de verificar isso pessoalmente em diversos locais onde, por força do apoio a operações, permanecia durante todo o dia, juntamente com as tripulações de alerta às evacuações.

Lembro-me que, em determinada altura, devido ao sistema de rotação com as minhas colegas, dia sim dia não "abancava" no aquartelamento de Cufar onde, sistematicamente, ao almoço nos era servido esparguete com ovo estrelado, salsichas e mortadela (das enlatadas). Poder-se-ia dizer que não era tão mau como isso, mas não se pode considerar adequada uma alimentação que, por ser repetitiva, se tornava enjoativa, acrescida da falta de frescos para equilibrar a ementa.

Outra situação particular vivi-a num aquartelamento no norte da Guiné que apenas dispunha de um heliporto improvisado; após a nossa aterragem, logo pela manhã, muito amavelmente perguntaram-nos se queríamos beber alguma coisa. Para evitar penalizá-los pedi-lhes um simples copo de água. Disseram-me que água não tinham no momento, que tinham que a ir buscar longe. Só se fosse whisky ou Martini...

Pelo contrário, outro local em que muitas vezes permanecíamos, no sul, dispunha de bastante água, não costumando ali faltar os frescos. No decorrer de uma operação em que ali parámos um par de horas, numa visita às hortas que ali havia tive a oportunidade de gabar ao seu responsável a qualidade dos legumes ali produzidos.
No momento em que nos preparávamos para descolar tive a surpresa de ver o tal responsável pelas hortas dirigir-se-me, trazendo-me simpaticamente dois sacos volumosos, um com alfaces, outro com couves. Embora com os meus protestos, pois eles precisariam mais daqueles frescos do que eu, acabei por embarcar o material que tão generosamente nos tinha sido oferecido.

O nosso destino era Guileje, onde tive igualmente a oportunidade de passar bastantes dias de alerta. Pela experiência anterior, sabia das limitações de Guileje no que dizia respeito à água e aos frescos, pelo que, lá chegados, foi com satisfação que ofereci os sacos com os legumes que tinha trazido comigo. E o facto é que de imediato alguém tratou de dar destino àquele "petisco" caído do céu. E ao almoço, que partilharam com a tripulação, foi possível distribuir, por um dia, um "rancho melhorado" a quem, devido às carências existentes, há já uns tempos que não metia o dente nuns legumes tão frescos e tão apetitosos.
                                                    
Giselda Pessoa
Nota: A foto 1 foi cedida pelo Gil Moutinho, na foto (os nossos agradecimentos). As fotos 2, 3 e 4 aqui reproduzidas destinam-se essencialmente a enquadrar o texto, não estando directamente relacionadas com os eventos descritos. Reproduzidas de "Luís  Graça & Camaradas da  Guiné", com a devida vénia.



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Voo 3243 AS OBRAS DE ARTE DO SIX (32) JUNKER 52






António Six
Esp.MRÁDIO
Pontével



Junker 52 como é bom voar neste avião, a chapa ondulada bate com o vento, os rebites acompanham e os motores cantam alto uma sinfonia infernal mas que dá muito gozo. Aproveitem a boleia
Vamos voar
Bons voos e bom fim de semana

Six

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Voo 3242 VOO INVERTIDO.




Paulo Moreno
Sol.Fot.FAP
Embra
Marinha Grande



VOO INVERTIDO


Nos meios de transporte, o combustível assenta no fundo do depósito, sendo sugado pela tubagem para os motores, e no caso dos aviões, quando fazem voo invertido, nessa situação o combustível deixa de ficar no fundo para ficar no topo, ou o topo passa a ser o fundo, mas no topo do deposito não está instalado o sistema de alimentação para os motores,então como é que o(s) motor(s) são alimentados?
No caso dos T-37 utilizados pelos saudosos “ASAS DE PORTUGAL” “1977/1992”
o funcionamento do sistema de alimentação dos motores, em voo invertido era feita da seguinte maneira,era utilizada uma campânula, que retia algum combustível, suficiente para manter os motores em funcionamento durante algum tempo, vamos ver pelo o desenho que se apresenta, como seria o seu funcionamento pois será de mais fácil compreensão:




Das magníficas manobras acrobáticas apresentadas pela patrulha Acrobáticas “ASAS DE PORTUGAL” no T-37 tínhamos uma, de boa memória, que era chamada de “Espelho” em que um dos aviões teria de fazer voo invertido durante algum tempo, era ai que o sistema de campânula era posto à prova, e os Pilotos também, pois o combustível retido na campânula daria só para 30 segundos de voo invertido, mas esse tempo não era garantido na sua totalidade e a falha de combustível poderia acontecer antes do tempo previsto, o que obrigava o piloto a uma atenção extrema para controlar todos estes factores, o que nos leva a pensar que sem alimentação do(s) motor(s) passando para “flame-out” motores parados, em voo invertido, baixa altitude e com outro avião por baixo e muito perto, teríamos uma situação de muito risco e de um possível acidente,


esta situação de falta de combustível ao acontecer o Piloto teria de, desfazer o voo invertido passar o combustível para emergência e repor em marcha os motores, com o sistema “Air-start” um sistema de arranque rápido de emergência que não daria muita saúde aos motores, 

mas resolvia a situação, é fácil de imaginar que esta situação seria bastante exigente, nada fácil,mesmo para pilotos experientes, como no caso dos “ASAS DE PORTUGAL”. 



O meu Obrigado ao Sr. Cor. Pilav, Miguel Pessoa, pela colaborarão na elaboração deste trabalho.
Um Abraço.


Paulo Moreno
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domingo, 2 de novembro de 2014

Voo 3241 DE REGRESSO Á BASE.





João Henriques
Esp.M.RÁDIO
Toronto
Canadá




Olá amigos da BA12, nao é que tenha muito para contar, mas como tenho andado um pouco
afastado desta base, apesar de a visitar todos os dias, entendi que devia fazer mais uma aterragem.
Vi a notícia do nosso companheiro Espada, não tinha convivência com ele, mas conhecia-o bem e visitei varias vezes o seu restaurante para as famosas ostras.
Como vi que há quem visite Bissau através do Goole Map, eu faço o mesmo muitas vezes, indo também ao Youtube, ver alguns vídeos.
Já la vão 40 anos e as recordações são muitas.



Vejo muitas fotos desse tempo e encontro alguns colegas que não vejo há muito tempo e fico a pensar! Como é que esta malta se parece agora?
Um abraço para todos e muita saúde.
J.Henriques

Voo 3240 A MINHA HOMENAGEM A TODOS OS COMPANHEROS QUE PARTIRAM.







Fernando Moutinho
Cap.Pil.Av.
Alhandra






Victor, este mail tocou-me especialmente. Nós ex-militares temos uma sensibilidade especial.
Faço dele a minha singela homenagem ao nosso Companheiro Henrique Espada e a todos os outros que nos têm deixado.
Um grande abraço.
F.Moutinho


Voo 3239 CONVÍVIO DE ESPECIALISTAS DA PORTO.






Manuel Pais
Esp.EABT
Porto




Boa tarde Caros Amigos
Em anexo seguem algumas fotos do Convivio levado a efeito pela AEFA , na Quinta da Costa , onde como ´já é habitual o nosso colega Manuel Batista nos proporcionou uma noite agradável.






Um abraço a todos

Manuel Pais