segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Voo 3559 A PRIMEIRA INCORPORAÇÃO FEMININA DA FAP.





Victor Barata
Esp.Melec.Inst./Av.
Vouzela

A 11 de Novembro de 1991, há exactamente 25 anos, a Força Aérea recebeu pela primeira vez uma incorporação com mulheres. O que teve grande cobertura mediática.
Amanhã, o Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea, na Ota, assinalará a efeméride recebendo todos os elementos do grupo original que possam deslocar-se até esta Unidade. Ser-lhes-á proporcionado um dia em cheio.
Publicaremos as fotografias do evento de amanhã assim que pudermos. Para já deixamos-lhe estas que recuperámos. Têm 25 anos!









domingo, 10 de novembro de 2019

Voo 3558 ÍNDIOS!





Francisco Serrano
Esp.MMA
Caparica
Lisboa


O meu ZINGARELHO, o meu cavalo alado companheiro de tantos momentos e aventuras.
Tanta dedicação e prazer nesta máquina voadora, quantos momentos de tensão no cumprimento das missões no teatro de guerra, mas também da adrenalina na embriaguez do voo naquela África enfeitiçaste, quantos percalços, quantas vidas salvas no limite nas mais adversas situações de perigo, ninguém era deixado para trás !
O pensamento é livre e voa como o vento, e recuo no tempo e volto a estar com aquela família que nos juntou para sempre , e lembro aqueles anos em que fomos soldados e irmãos.
Fomos jovens ÍNDIOS , não fizemos pacto de sangue , mas ficámos ligados por fortes laços de amizade como irmãos para toda a vida.
Grande abraço para todos.

















sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Voo 3557 MONTAGEM E TESTES DO FIAT G91 NA GUINÉ.




Mário Santos
Alf./Pil
Loulé


Montagem e testes dos primeiros Fiats G-91 R4 a serem montados e em estado operacional na BA12 em BISSALANCA-GUINÉ. Abril de 1966.









domingo, 3 de novembro de 2019

Voo 3556 TARTIBO - DA RECONCILIAÇÃO Á TRAGÉDIA


Francisco Serrano
Esp.MMA
Caparica
Lisboa

Histórias de um tempo em que fomos soldados e irmãos .
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Após o regresso de África para quem tinha convivido com a realidade da guerra, era complicado a readaptação ao quotidiano num ambiente Pacífico.
O comportamento perante certas situações era confuso devido a traumas deixados por dois anos vividos sob momentos de alarme, ansiedade, angústia, e muitas e fortes emoções.
Aqui em Almada onde vivo , quantas vezes parei junto á porta de uma tabacaria e ficava olhando um senhor todo vestido de preto que ali trabalhava, sabia quem ele era, tinha algo para lhe dizer, mas quando avançava para lhe falar, hesitava e recuava sempre, e o tempo foi passando acabando por nunca conseguir fazê-lo.
É algo que ainda hoje me perturba por não saber se lhe causaria sofrimento ou alguma paz de espírito.
Mas recuemos para os nossos verdes anos 66/67 juventude plena de sonhos e ilusões, das paixões e amores velozes, mas o espectro da guerra colonial e a mobilização pairavam já no horizonte.
Poderia haver em alguns de nós um misto de curiosidade e descoberta por África, como jovens irreverentes de espírito aventureiro imaginávamos como seria experimentar a adrenalina no teatro de guerra.
Mas para os nossos pais era um momento que esperavam com angústia, e depois se seguiam dois anos de preocupação e saudade ansiosos pelo regresso sempre em sobressalto.
Sabemos como era o drama nos embarques dos contingentes militares nos cais de Lisboa, como se fosse o último adeus, o último abraço, o último beijo , num ambiente de desespero, dor , incerteza, e sofrimento.
Certo dia em amena cavaqueira numa conversa de grupo, o assunto era uma disputa amorosa, e eis que sem esperar sou surpreendido com dois fortes socos na cara pelo meu confrontante o Pedro, que de imediato se pôs em fuga tipo bate e foge, que me deixou sem reação.
Não fiquei com sentimento de vingança, mas as relações de convívio e amizade entre os dois terminaram ali , e assim o tempo foi passando sem mantermos qualquer contacto, cada um na sua vida profissional pois ambos filhos de famílias humildes havia que trabalhar cedo, ele como montador de toldos, eu como serralheiro mecânico na Indústria automóvel, e assim foi até a incorporação militar, eu na Força Aérea e ele no Exército.
Nas tripulações dos Helicópteros, pela nossa ação na cobertura por todo o território de intervenção militar, aterrando e descolando em todo o lado, picadas, no mato, em aquartelamentos, no interior de pequenos destacamentos, eram frequentes muitos encontros com amigos e conhecidos.
Ali naquela África longínqua estavam os jovens do nosso tempo, companheiros de escola, do trabalho, do bairro, e por vezes com laços familiares, primos, irmãos, cunhados, etc., era a juventude de uma geração sacrificada com tantos anos de guerra.
Em Cabo Delgado nas missões que cabiam á Esquadra de Helicópteros (Índios) com destino a Nangade, quase sempre voávamos ao Tartibo levando mantimentos e correio, como não tinha pista de aterragem só o Helicóptero podia fazê-lo.
O Tartibo como muitos outros era um buraco aberto no coração verde da selva Africana, e este ficava perto de Nangade a que pertencia como destacamento, com um grupo reduzido de militares, situava-se na fronteira com a Tanzânia na margem sul do Ruvuma em zona de passagem e infiltração dos guerrilheiros da Frelimo.
Rio Ruvuma cujas águas muito sangue levaram na sua corrente para o mar, lembro o Capitão Ventura Piloto Aviador que ali perdeu a vida mergulhando com o seu T-6 abatido por fogo antiaéreo .
Numa destas deslocações ao Tartibo uma surpresa me esperava; entre os camaradas que se aproximavam do Helicóptero para receberem os mantimentos e correio, uma cara me era conhecida, fixámos o olhar um no outro, indecisos sem nada dizer como que espantados.
Ali estávamos os dois, numa zona de guerra, que local tão marcante para o reencontro, o Pedro e eu , a quem ele presenteou cerca de quatro anos atrás com dois surpreendentes socos na cara por causa do namorico.
Qual vingança ? Qual pedir explicações ?
Depois de alguma hesitação de ambos, abraçámonos fortemente com uma enorme alegria num momento de grande emoção tão longe da nossa terra, o que estava para trás ficou esquecido e a amizade de novo reatada.
Assim nos fomos encontrando nas deslocações que ali ia fazendo, o Pedro era sempre o primeiro a aproximar-se do Helicóptero quando via que era eu o mecânico que lá vinha, pois também a partir daí mesmo não me pertencendo eu procurava sempre fazer esses voos para estarmos uns minutos juntos.
Mas como diz o ditado: "não há mal que nunca acabe , nem bem que sempre dure "
Até que um dia no reabastecimento habitual ao aterrarmos , o Pedro não comparece á chegada .
Notei um certo embaraço nos camaradas que sabiam da nossa amizade, e já preocupado perguntei : então o Pedro ?
Responderam : não soubeste que á dias sofremos um bombardeamento ?
Sim soube, respondi logo nervoso.
Pois o Pedro corria para o abrigo e foi atingido tenho morte imediata.
Gelei ! fiquei abalado e tentei manter a calma, foi curto este tempo de reconciliação e amizade, na guerra eram breves os momentos de alguma felicidade, só o tempo era lento parecendo durar um eternidade a chegada do dia do regresso.
Descolámos de volta para Muéda, ali ficavam estes bravos soldados na incerteza constante pela vida, quantos mais a perderiam futuramente ali naquele buraco ?
Terminavam assim tragicamente os momentos de alegria para os dois naqueles curtos espaços de tempo em que nem cortávamos o motor (turbina) do Helicóptero, mas era o suficiente para considerarmos um dia bom naquele ambiente tão pesado e adverso .
A rotina continuou , mas perdi a vontade de voltar aquele local ,sabia que á chegada já mais iria ver á frente de todos o amigo Pedro para aproveitarmos o máximo daquele pequeno momento.
Alguns anos depois do regresso deixei de ver o senhor de preto a quem nunca tive a coragem de abordar, era o pai do Pedro, queria ter-lhe contado tudo isto e não consegui, ainda hoje sinto alguma mágoa.
Achei por bem que não devia incomodar no seu recolhimento e dor, alguém que perdeu um filho no auge da juventude e tão longe de si , sem mesmo os restos mortais poder ter.
Que descansem em paz !
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Muéda de todos nós
Que pisámos o teu chão
Com tanto sangue regado
Dizemos com emoção
Que os mortos caminharão
Para sempre ao nosso lado
Mecânico de Helicópteros Moçambique 71/72









terça-feira, 29 de outubro de 2019

Voo 3555 FOTOS DE TEIXEIRA PINTO









António Fixe
Esp.M.RÁDIO


Fotos tiradas em Teixeira Pinto...
1ª (70) e as outras (69)






domingo, 27 de outubro de 2019

Voo 3554 OS 50 ANOS DOS MELEC´S DA 3ª/69.






Augusto Ferreira
Esp.Melec.Inst./Aviões
Coimbra

Os cinquenta anos dos MELEC´S da 3ª incorporação de 1969
Passaram-se cinquenta anos, desde o dia em que nos conhecemos pela primeira vez. Parece que foi ontem.
Eramos uns jovens adolescentes que estávamos a chegar à BA2 – Ota para cumprirmos o serviço militar na FAP.
Foram seis longos anos, que passamos a tirar especialidades e sub-especialidades, passando por algumas bases, sendo posteriormente todos enviados para as  ex-Províncias Ultramarinas.
Depois da saída da FAP perdemos contactos e cada um realizou a sua vida activa com família e emprego.
Num ápice atingimos a idade da reforma e aí, com mais serenidade e sem a pressão dos dias de trabalho, lembramo-nos dos nossos velhos amigos.
Que lhes terá acontecido? Ainda estarão connosco?
E a procura começou. Já encontramos a maioria, mas ainda faltam alguns. Vamos continuar.
Este ano trouxemos pela primeira vez o Carlos Martins e que festa.
O tempo passou vertiginosamente por nós desgastando-nos, transformando os nossos corpos, mas a amizade resistiu à erosão, mantendo-se intacta até hoje.
E aqui nos reunimos bem no centro do país, para festejar esta amizade que se estendeu ás nossas famílias.
Os acontecimentos que decorreram durante a nossa vida militar, continuam bem presentes nas nossas memórias e falamos deles, como se tivessem acontecido recentemente.
As saúdes em alguns de nós já começa a não estar muito bem e já não temos a certeza se comemoraremos mais cinquenta. Vamos ver.
Os verdadeiros amigos vivem connosco para sempre.




Voo 3553 NOTICIAS DO ESTADO DE SAÚDE DO ARLINDO (PIRISCAS)





Fernando Castelo Branco
Angra do Heroísmo
Terceira
Açores

Amigo,infelizmente a situação do Arlindo, não é boa, além do que já tinha, mesmo estando em coma induzido, apareceu agora uma bronco pneumonia...
A cada passo vamos telefonando para a Esposa.
Um abraço e respeitosos cumprimentos para Vós.


sábado, 5 de outubro de 2019

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Voo 3551 NO OLHO DO CÚ DO PLANETA.






José Raimundo
Esp.MMA
Coimbra


Um cão vadio, esquelético, vagueava na placa encostando o focinho ao chão na esperança de encontrar algum resto de nada. Àquela hora da manhã, o silêncio era quase absoluto.Todavia,ouviam-se vozes vindas do lado do refeitório.Eram os nossos companheiros da cozinha que aprontavam o pequeno-almoço.Daí a nada, o sol começava a despontar e com ele apareciam à porta dos pseudo quartos/camaratas, espreitando o dia os primeiros madrugadores. Os mais sornas, continuavam na posição horizontal indiferentes aos impropérios dos circundantes. Na placa, um T6 esfumaçava preparando-se para proteger o helicóptero que se dirigia algures ao mato ou picada para retirar mais uma vitima daquela "pUma neblina envolvia o quadrado de arame farpado plantado na crista do planalto dos Macondes. Através daquela névoa molhante, vislumbravam-se as silhuetas dos aparelhos descansando merecidamente do esforço dispendido na véspera.uta" de guerra. Uns metralhas colocavam bombas nos aviões, enquanto outros preparavam o caldo para a confecção do "ovo" que seria ofertado pelos Fiates.. Os mecânicos dos "zingarelhos", entregavam-se a pequenas tarefas nos seus queridos meninos e, à falta de peças, sacrificava-se aquele que na circunstância servia de "vaca". Os dosTeco-Tecos, operavam de igual modo, com o mesmo zelo e carinho. Ao lado ouviam-se os de rádio/comunicações fazendo o check-in na tentativa de ouvir um 5 por 5 tudo ok. No intervalo de uma borradela de mãos, espreitava-se a porta do bar. Se, se encontrava aberta, numa escapadela, ia-se até lá para tirar a secura da garganta. O sol continuava em plena ascenção obrigando-nos a tirar a camisa e pôr os couratos a tostar. Havia uma certa acalmia dando a sensação que a guerra andava por outras paragens. Pura ilusão! Não raras vezes o camarada de serviço às comunicações, revelava o seu nervosismo quando as chamadas de socorro eram mais que muitas. Incitava-nos para que o 112 aéreo fosse feito sem perda de tempo. Alguém estaria a sofrer, vítima das malditas minas ou de uma emboscada traiçoeira. Quase sempre vinha um ser humano que há pouco cheio de vida e agora transformado num monte de carne disforme. À noite os amantes da lerpa satisfaziam as suas preferências. A maioria, mergulhava nas profundezas do líquido que exalava um cheiro doce e gosto tentador.Quando menos se esperava. por cima de nós passava um som agudo. Era a hora maconde e os obuses do PAD faziam tiro para a terra de ninguém. Nas camaratas, escrevia-se os bate estradas para a família, ou para as-mais-que-tudo, com as promessas de um amor eterno e manifestações de carícias ardentes. Alguns, faziam levantar a roupa da cama em movimentos mais ou menos cadenciados, sonhando co o imaginário feminino e outras fantasias. Que remédio... O sono não tardaria a chegar.Os que estavam de ronda, matavam o tempo à espera que a hora das rendições chegasse. Durante a noite a ronda metia respeito. Os menos afoitos tentavam convencer um outro camarada para o acompanhar. Nesse período, tinha-se por companhia o roncar penoso dos geradores da central. Os neons dos postes estavam envoltos por uma auréola circular e esvoaçando à sua volta centenas de insetos. As aves noturnas, causavam arrepio com o seu piar prenúncio de agoiro.Aqui e além ouvia-se o rugido de uma fera e a adrenalina subia até ao último traço da escala. para além do arame farpado, ficava por saber o que se estava a passar naquele momento. A descompressão só acontecia quando o corpo era vencido pela fadiga. Termino com algumas palavras que alguém escreveu um dia: " lá longe onde o sol castiga mais, não há suspiros nem ais, há coragem e valor. E à noite, com os olhos postos no céu, rogamos ao nosso Deus, que nos dê a salvação!" Seria bom que os responsáveis deste país também tivessem coragem e valor para não deixarem ao abandono aqueles que se sacrificaram pela Pátria e que hoje têm uma mão cheia de nada. Estes apontamentos vão direitinhos aos camaradas que me atecederam, aos que tive por companhia durante aqueles dois anos e aos camaradas do exército que tanto sofreram.
José Raimundo-Índio MMA 1ª/68

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Voo 3550 PAZ Á SUA ALMA!






José Teixeira
Esp.OPC



Boa tarde, VICTOR BARATA muito digno comandante desta aeronave.
Apenas conheci o Sacramento quando o Paulo Castro me chamou para fazer renascer o nosso jornal «O ESPECIALISTA».
E porque eu, como o Sacramento tínhamos  prática jornalística, Paulo Castro marcou-nos reunião há anos no restaurante do CHECA(Espinho, quem não sabe?).
Traçadas as linhas gerais, foi decidido arrancar e a impressão ser no «ILHAVENSE».
Após este episódio, vem a segunda história.
Notava-se que o Sacramento, apesar de enorme vontade em realizações, a sua movimentação era algo lenta, mas activo e parceirão.
E aconteceu.
Realizei mais um passeio reservado a cavalheiros, nados e criados na VILA DE RIBEIRÃO(VILA NOVA DE FAMALICÃO), desta vez, há tres anos; o destino era o museu do Bacalhau, em ÍLHAVO.
Nada melhor; convocar o Sacramento para nos cicerone-ar e foi o que nos valeu. Eminente guia e conhecedor do museu como poucos naquele lindíssimo espaço, primou pela capacidade oratória para gáudio de todos os 96 elementos da comitiva ribeirense.
E para terminar, foi «obrigado» a recusar participar no nosso almoço, dado que teria de almoçar com a filha, professora, que partiria no dia seguinte para terras TIMORENSES.
Torrão Sacramento, paz a tua alma e  «lá nos encontraremos»... 
J.T.


quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Voo 3549 O ÚLTIMO VOO DO TORRÃO SACRAMENTO (II)





Augusto Ferreira
Esp.Melec,Inst/Av
Coimbra


TORRÃO SACRAMENTO - 2018 -O último encontro do AB7 na Figueira da Foz em que esteve presente.
Grande companheiro e amigo dos tempos do AB7 – Tete.
Realizou dois dos Encontros anuais em Ílhavo, sempre com grande entusiasmo.
Ílhavo de onde era natural, foi durante anos o Director do Jornal “O Ilhavense”, que dirigiu com grande entrega.
Nos últimos tempos, quando as forças já iam fraquejando, em contactos que mantínhamos, encorajei-o a deixar o Jornal, para poder descansar mais. Mas só o fez quando de todo já não podia mais. O jornal fazia parte da sua vida.
Agora deixou-nos.
O jornal vai sentir a falta dele.
Até um dia amigo


Voo 3548 O ÚLTIMO VOO DO TORRÃO SACRAMENTO.






José Leal
Esp. MMA
Caminha




PARTIU O TORRÃO SACRAMENTO.
Voou para outros lugares o meu amigo Torrão Sacramento. Companheiro da juventude que mais tarde se cruzou comigo no Ab7 em Tete.Era até há pouco tempo director do Jornal "O Ilhavense".
Da última vez que falámos já estava bastante mal, mas com uma força enorme de viver.
Dizia-me ele" vou buscar em ti a força para continuar", mas já estava bastante debilitado.
É uma perda enorme para Ilhavo e só espero que lhe prestem a homenagem que merece, pois era um defensor acérrimo da sua terra.
Desejo à Lurdes e aos seus filhos a força necessária para ultrapassar este mau momento.
Os seus companheiros não o esquecerão.