Domingo, 18 de Março de 2012

Voo 2770 ...RECORDAR É VIVER.




Carlos Nóbrega
Esp.MARME
Estarreja




É assim amigo Vitor.....recordar também é viver.
Um grande abraço.
Nóbrega



Legenda: Aqui estou com o Curado ao centro e o Madeira  á sua esquerda.
Foto: Carlos Nóbrega (direitos reservados)

VB: É verdade, é um recordar de dois companheiros com quem também partilhei alguns anos da minha juventude num teatro de guerra.
Infelizmente já partiram os dois, em condições bastante difíceis, para o seu último voo.
Que a Nª.Srª.do Ar os acompanhe no local que lhes destinou. 



Voo 2769 TANCOS OUTRA REALIDADE (2)




António Dâmaso
Sargº.Môr Paraqª.
Azeitão




O Curso de Pára-quedismo (2)


O Voo de adaptação


Ainda um pouco de história das Tropas Pára-quedistas.




Legenda:Pioneiros do Curso de Espanha na Serra da Cargueira (foto da Revista Pára-quedista N.º 8 JUN 2001)





Legenda:16 de Julho de 1959, PR passando revista à guarda de honra na BA 3 comandada pelo Major PQ Robalo



Legenda:Porto 1 de Outubro de 1959 (foto Revista Os Pára-quedistas n.º 20 de Março de 2009




Legenda:Um curso de Pára-quedismo equipando na Placa da BA 3 para mais um salto (Revista Os Pára-quedistas N.º 25 de Agosto de 2010)
Praticamente passados 50 anos, ainda conservo algumas memórias intactas:
 Depois de mês e meio no duro, era uma sexta-feira, na parte da manhã efetuarem-se a prova física que depois de efetuadas com aproveitamento, havia uma sensação de bem-estar  generalizada, a parte mais difícil tinha sido ultrapassada, na parte da tarde vinha outra experiência, contada mas não vivida pelos candidatos a Páras.
Chegou o desejado voo de adaptação, depois da formatura das 14 horas, lá fomos em passo de corrida para a Placa da BA 3, formaram-se as patrulhas que eram constituídas por dez a doze elementos e recebemos ordem por patrulha, a ir ao camião dos pára-quedas, levantar um saco contendo um conjunto de dois pára-quedas o dorsal e o ventral (reserva), ficamos todos formados alinhados com os sacos afrente dos pés, depois veio a ordem seguida por gesto de equipar, os Junkers roncavam aquecendo os motores, era mais uma rotina porque já tinham-mos ensaiado o equipar várias vezes, sabiam-mos de cor e salteado os nomes de cada tira do arnês, depois de equipados vieram dois monitores um por trás e outro pela frente inspecionando se o pessoal estava todo bem equipado, aquela inspeção transmitia-nos segurança, depois a ordem de numerar e a seguir as primeiras patrulhas receberam ordem de embarcar e restantes ordem de “costas com costas sentar”.

Dirigimo-nos aos aviões para embarcar, já tinham-mos simulado embarques equipados, mas aquilo agora era a sério porque havia o ruído dos motores dos aviões, entrámos e ocupámos os nossos lugares de acordo com a numeração, pares à direita e impares à esquerda, os aviões foram-se fazendo à pista, começaram a rolar com os motores acelerados, para mim e para a maioria era o batismo de voo, o avião ia percorrendo a pista até que senti que o avião estava no ar, era uma sensação agradável, mas só me senti mais descansado vi que estava uma altura que em caso de avaria permitia a utilização do pára-quedas, o avião ia ganhando altitude aquela sensação de alegria foi ligeiramente alterada com outra desconhecida, apareceu o fenómeno dos “poços de ar”o avião ia muito bem na horizontal e de repente parecia afundar-se, aquilo era depois de almoço, tive a sensação de que o estômago me saltava pela boca e houve um que não aguentou o almoço no estômago, lá foi o capacete servir de saco de enjoo.
Para desanuviar o Monitor, com cara de gozo. Mandou a malta cantar o Hino e depois a marcha dos pára-quedistas, aquilo animou o pessoal, depois apareceu o que já esperavam-mos:
Acendeu-se a luz vermelha, queria dizer que estávamos a 4 minutos? Da zona de saltos, seguiram-se as vozes sempre acompanhadas de gestos de levantar! Enganchar! Verificar equipamento e numerar, estava tudo pronto, veio uma pergunta que exigia uma resposta convincente:
-Vamos Saltar? Resposta alta e bom som; - Vamos! …Apareceu a luz verde com um toque de campainha, depois o Monitor deu ordem ao militar que estava à frente da coluna.
- Em posição! … Este deu um passo em frente, atirou o gancho e a tira extractora para a frente, rodou para a direita e avançou mais um passo, de modo a que a biqueira da bota ficasse saída da porta do avião, ao mesmo tempo que assentava a nádega no calcanhar contrário, e as mãos com os dedos esticados e unidos, num gesto do centro para fora, iam fixar-se nas ombreiras da porta, este ritual todo porque a porta do avião tinha pouca altura e havia a necessidade do para-quedista quando na saída ficar o mais afastado possível da fuselagem do avião.
O militar cumpriu à risca aquilo que tinha treinado inúmeras vezes, estava em posição só faltava o Clix que era a voz de Já.
Esta não veio e em vez disso o monitor perguntou-lhe que se ele o mandasse saltar se saltava? Claro que respondeu alto e bom som que saltava, só que este estava bem agarrado para não ter a tentação de saltar, constava que num voo de adaptação um militar em situação idêntica tinha mesmo saltado, daí os monitores estarem preocupados em os segurar, o primeiro tinha passado no teste, recebeu ordem de levantar, desenganchar e ir para a frente do avião, este procedimento repetiu-se a todos os elementos da patrulha, no final tinham passado no teste, estavam adaptados, voltaram a cantar mais uma marcha e regressámos felizes por ter concluído mais uma etapa, veio a aterragem, equipados que é uma coisa que os pára-quedistas não gostam, quando se metem num avião é para saltar, mas por vezes devido a condições atmosféricas desfavoráveis o bom senso determina que se cancelem os saltos.






Legenda:Um JU 52 a descolar.
Foto: H das TP



Legenda;Uma patrulha de Pára-quedistas dentro de um JU.
Foto: H das TP



Legenda:Conjunto de Pára-quedas T 10, utilizado no meu Curso




Legenda:JU 52 em pleno voo.
 Foto: Memórias das T. Pára-quedistas



Legenda:Hino e Marcha dos Pára-quedistas publicado na Revista o Pára-quedista n.º 3 de Março de 2000

Saudações Aeronáuticas

A. Dâmaso

VB: Bom-Dia António.
Mais uma vez nos presenteias como mais uma bela passagem tua pela grande elite militar que são as tropas paraquedistas. Estes teus textos são de uma riqueza tão grande que nos conseguem colocar na realidade dos factos.
Venha o próximo.

Sábado, 17 de Março de 2012

Voo 2768 Visualização do Percurso do Museu até ao EZN




Mário Aguiar
MAEQ/MARME
Vila Nova de Gaia





Agora do Museu Rural e do Vinho, no Cartaxo, para a E.Z.N., no Vale de Santarém.
video

Voo 2767 Visualização do Percurso da Saída da A1 até ao Museu




Mário Aguiar
MAEQ/MARME
Vila Nova de Gaia





Companheiros, para vos facilitar na confirmação de estarem no bom caminho para chagarem ao Museu Rural e do Vinho, no Cartaxo, onde terá início o nosso 35º. Encontro de Especialistas da BA - 12, e superiormente organizado pelo nosso comandante MMA – Manuel Lanceiro.

video

Sexta-feira, 16 de Março de 2012

Voo 2766 Como ir do Museu para a EZN de Vale de Santarém




Manuel Lanceiro
Esp.MMA
Lisboa





MA: Acrescento as coordenadas GPS da EZN do Vale de Santarém,
Norte - 39,19919º  -  W (Oeste) - 8,73952º

Voo 2765 Como chegar ao 35º. Encontro




Manuel Lanceiro
Esp.MMA
Lisboa




MA: Acrescento as coordenadas GPS do Museu Rural e do Vinho do Cartaxo 
Norte - 39,16944º  -  W (Oeste) - 8,79570º



Voo 2764 35º. Encontro de Especialistas da Base Aérea nº. 12




Manuel Lanceiro
Esp.MMA
Lisboa






Companheiros e amigos,
É já no próximo dia 26 de Maio, o nosso encontro anual, desta vez coube-nos a honra de o organizar. Como calculam, temos todo o gosto e esperamos tê-los cá todos.

PROGRAMA:
10H00 Concentração no parque do MUSEU RURAL E DO VINHO DO CARTAXO
10H30 Inicio da visita guiada ao Museu.
12H30 – Almoço no Centro Associativo de Alojamento e Restauração da Fonte Boa, (Estação Zootécnica Nacional) Quinta da Fonte Boa – Vale de Santarém
18H00 – Lanche
EMENTA:
Entradas: Pastéis de bacalhau, Croquetes, Pastéis, Rissóis, Panados, Queijos, Presunto, Frutos Secos, Bebidas Várias
Sopa: Sopa do Campo    
·         Prato: Bacalhau à Lagareiro c/ Magusto e Batatas a Murro
·         Doce: Arroz Doce
·         Fruta: Fruta fatiada (Ananás, Kiwi, Manga, Laranja etc.)
·         Bebidas: Vinho Tinto Cardeal D. Guilherme (Adega.Coop. Alcanhões), Vinho Branco Bridão (Adega Coop. Cartaxo), Sumos e Refrigerantes
·         Café e Digestivo
·         Bolo de Aniversário
LANCHE:
Caldo Verde, Grelhada Mista (Porco, vitela e Enchidos), Pão Caseiro, Vinho Maduro e Frisante

Preço: 22,00 por pessoa
Inscrições:
Até 19 de Maio
Manuel LanceiroTelf. 21 726 51 89 Tlm. 93 848 13 00 - mjlanceiro@gmail.com
Hélder Santos – Telf. 21 207 77 26 Tlm. 96 012 88 11-helderpatricio.santos@gmail.com
Mário Aguiar – Telm. 91 945 30 07 – mariopedrosantos@gmail.com

MA: Aqui está a convocatória do nosso comandante do 35º encontro.
É preciso fazerem a inscrição com a brevidade possível para o nosso comandante Lanceiro poder tratar da logística. 



Voo 2763 TÉCNICAS AERONÁUTICAS (X).




Helicóptero


O funcionamento de um Helicóptero




O rotor de um helicóptero não é uma grande hélice. Na realidade são aerofólios, asas. Por isso mesmo um helicóptero é denominado de aeronave de asas rotativas. O helicóptero, da forma como o conhecemos hoje, só levantou voo em 1936.
A principal característica do helicóptero é poder voar verticalmente ou lentamente próximo ao solo com toda segurança. É sustentado por um ou mais rotores girando em torno de um eixo vertical. As dimensões da pá podem variar de 4 a 20 m de comprimento, conforme o porte do aparelho.
Para o correto dimensionamento das pás deve-se atentar para o compromisso existente entre a eficiência aerodinâmica e os inconvenientes da realização de grandes rotores. Quanto maior o rotor, menor é a potência necessária e maior é o peso, o tamanho e as dificuldades de fabricação, etc.
Em um helicóptero, as lâminas do rotor atuam como um conjunto de asas, que geram sustentação por meio de um movimento circular. Cada lâmina do rotor é também afixada de maneira que possa mover-se para cima e para baixo independentemente das outras; sem este tipo de fixação, os pequenos movimentos vibratórios das lâminas à medida que giram tenderiam a desestabilizar a aeronave e tornar o controle difícil. O passo de hélice de cada lâmina do rotor (o ângulo com o qual ela corta a corrente de ar) pode também ser variado. Na decolagem, todas as lâminas têm um passo de hélice pronunciado, para fornecer sustentação máxima. No voo horizontal, o controle de passo de hélice é ajustado para que o ângulo de cada lâmina aumente à medida que ela se move para a parte de trás de sua varredura. Isto faz com que a aeronave se incline para a frente, dando-lhe uma componente de empuxo horizontal, além de sustentação.
ACIONAMENTO DO ROTOR

Os rotores para terem um bom rendimento aerodinâmico devem girar lentamente entre 150 a 400RPM, conforme as suas dimensões. Daí a necessidade de instalação de uma caixa de redução suficientemente grande para acioná-los. Além disso, é preciso intercalar no circuito mecânico uma roda livre, importante dispositivo de segurança que permite ao rotor continuar girando em caso de pane do motor.
Tal procedimento é chamado AUTOROTAÇÃO e possibilita a aeronave o pouso em voo planado, pois, o rotor é capaz de produzir sustentação girando sob o efeito do vento originário do deslocamento, assim como giram os cataventos.
E finalmente, é necessário uma embreagem que permita dar partida no motor sem acionar o rotor.


MOTORES

Os primeiros helicópteros utilizavam motores a pistão, grandes e pesados. Os motores à turbina, muito mais apropriados, tiveram progressos decisivos e atualmente são utilizados na maioria dos helicópteros. O "Alouette II" foi o primeiro helicóptero com turbo motor do mundo a ser fabricado em série.
Quando é aplicada potência sobre o rotor para girá-lo, constata-se que a fuselagem do helicóptero tende a girar "em torno do rotor" e em sentido contrário - princípio da ação e reação. Para evitar esse efeito é preciso tomar medidas especiais que estabilizem a aeronave em guinada. Diversas fórmulas foram adotadas, como por exemplo utilizar dois rotores girando em sentido contrário, isto neutraliza os torques de reação. Para isso, foram fabricados os modelos com rotores coaxiais, em tandem e lado a lado. Mas a solução mais utilizada, em virtude de sua simplicidade, é a da hélice anti-torque na traseira, chamada, rotor de cauda.


COMANDOS DO HELICÓPTERO

Para controlar a sustentação do rotor utiliza-se a alavanca de passo coletivo, acionada pelo piloto com a mão esquerda. Tal alavanca está ligada a um mecanismo que altera o passo das pás do rotor (o passo de uma pá é o angulo formado no qual ela está calçada em relação ao plano de rotação). Quando o piloto puxa para cima a alavanca de coletivo, o passo aumenta, bem como a sustentação do rotor: o helicóptero tende a subir. Baixando a alavanca de coletivo, o passo e a sustentação diminuem, o helicóptero tende a descer. Esse sistema é análogo ao que controla a tração das hélices de passo variável. Para deslocar o helicóptero, uma solução simples consiste em inclinar o rotor, o que provoca um movimento na direção desejada.


COMANDO CÍCLICO E COMANDO COLETIVO

O manche Cíclico produz a variação cíclica do passo, provocando a oscilação do rotor (origem do vetor velocidade) e cuja direção depende da direção do deslocamento do manche. Quando o piloto aciona o manche, ele inclina o platô cíclico no ângulo necessário para a direção de voo considerada.
A alavanca de Coletivo altera uniformemente e simultaneamente o ângulo de passo em todas as pás. Quando o piloto aciona essa alavanca, o platô cíclico desliza sobre o mastro para cima ou para baixo.



Origem do Voo:
 www.portalsaofrancisco.com.br e http://geocities.ws/saladefisica7

Voo 2762 A "PAPADA" DO GABRIEL CAVALEIRO.





Mário Sérgio Felizardo
Esp.MAE
Leiria




Meus caros, cumprimento todos.

Esta visitinha rápida, serve apenas para testemunhar a perfeita
aterragem (papada) na Ota, feita pelo Cavaleiro. Vinha a sair de aulas
e testemunhei aquele "fogo de artifício" pista fora...Até hoje não
sabia quem tinha sido o "herói". Claro que se constava que tinha sido
uma chouriçada do Quintanilha, que mais tarde "foi ter comigo" a M.
Real, e sinceramente, era pessoa de quem não nutria qualquer simpatia.
Este, (ou estes? creio que lá estiveram os 2) não eram "amados" por
ninguém (cabos especialistas, bem entendido).
Foi apenas uma curiosidade revivida passados que são 48 anos...é obra.


Mário Sérgio Felizardo

VB: Sejas bem vindo a esta base, Mário.
É sempre uma enorme satisfação para nós saber notícias daqueles que estão mais vezes sem voar, pois nunca sabemos porque o não fazem levando-nos a pensar que, atendendo ao nosso uso, a máquina não esteja nas melhores condições.




Voo 2761 AS NOVAS FUNÇÕES DO MÁRIO AGUIAR.




Luís Martins
Esp. M/Rádio
Ferreira do Alentejo





Caro Comandante desta nossa Base, muito boa tarde.
Daqui deste cantinho no coração do Alentejo, onde Ferreira do
Alentejo, tem umas áreas tão belas e tão boas e um lindo
entroncamento, Algarve, Beja e Lisboa.
Devido às alterações climatéricas o sol aperta e castiga mais e a
falta de chuva se faz sentir a todos os níveis.
Desta placa, quero felicitar o companheiro Mário Aguiar, pelas suas
novas funções nesta base para que foi nomeado em publicação na O.S. e
o trabalho que pretende levar a efeito seja realizado da melhor forma,
no sentido de colocar a maioria do pessoal que passou pela B.A.12 até
Outubro de 1974 a circular nesta magnifica iniciativa.
Os meus sinceros parabéns.
Um abraço.

Luís Martins

Voo de Ligação:

Quinta-feira, 15 de Março de 2012

Voo 2760 MUITOS GOSTAVAM DE TER ESTE PRIVILÉGIO.


Paulo Moreno
Sol. Fotografo
Marinha Grande









Caros,  Amigos

Nas  nossas  vidas  é  raro  estarmos  perto  de  pessoas  que  representam  um  símbolo  histórico,  de  acontecimentos  marcante  de  um  pais.

No  dia  29  de  Fevereiro,  no  almoço  convívio  da  Tabanca  do  Centro,  tive  o  privilégio  de  poder  conviver  com  algumas  dessas  pessoas,  e  por  esse  facto  estou  muito  agradecido.
Abraço.
Paulo  Moreno




Legenda: Da esqª/dirª. Miguel Pessoa, Paulo Moreno e Marcelino da Mata.
Foto: Paulo Moreno


VB: Pois meu caro Companheiro Paulo,é um privilégio muito grande conviver com pessoas que fizeram um capitulo da história de Portugal.
Imagino o teu orgulho em cumprimentares e conviveres com HOMENS  que rubricaram a referida fase para a história quando tu ainda não te encontravas no planeta Terra.
Depois, saberes da empatia entre esses dois Companheiros…Para quem viveu o momento por eles protagonizado como eu vivi… 

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Voo 2759 BOM TRABALHO MÁRIO.




João Henriques
Esp.MRádio
Vancouver
Canadá




Olá meus amigos que comandam esta base e ao resto do pessoal.
Vai ser um curto voo, e mais para dar os parabéns ao novo elemento do comando e desejar-lhe
um bom trabalho.
 Coincide com o 11 de Marco em Tancos, data que não vou esquecer.
 Mexidas nos comandos e notou-se logo que o pessoal esta alerta.
 Vou matando saudades de Bissau com vídeos do you tube.
 Será que não maneira de encontrar ex.camaradas nossos,(guineenses),residentes na Guine que pudessem participar neste convívio e ate darem-nos noticias do pais de que nos também gostamos.
Um abraço para todos e bom trabalho.

João Henriques

VB:Olá João.
Bom,apesar da data que dizes coincidente, aqui a mexida foi consensual.
Em relação ao pessoal da FAP actualmente a residir na Guiné,é uma óptima ideia e fica já no ar(não fossemos nós aviadores!).