
Esp.OPCOM
Lisboa
Já no meu tempo era assim ................Enfermeiros Especialistas , OPCOM's e Mecânicos de Rádio íamos para o mato e que se lixasse o otário ......................e nem ganhávamos mais por isso .Agora ainda ganham um balúrdio no nosso tempo devíamos o ordenado do mês seguinte .
Luís C. Duarte
OPCOM 1ª/ 65
Luís Duarte, também vi e achei extraordinário. Depois da geração da Guerra do Ultramar, a geração que está agora na linha da frente. Juventude que felizmente não tem essa guerra, mas, ao terem optado pela carreira militar têm agora, em Liberdade e sem Obrigações, isto é por opção pessoal, outras formas de intervir, outros objectivos e formas de serem úteis no auxílio da construção de um mundo melhor, em diferentes realidades e missões. Nos casos apresentados, desde a médica Raquel (se não me engano) nos cuidados de saúde às populações afectadas pela guerra, até à operadora de comunicações Tânia que no seio das tropas especiais contribui para a segurança de cidades e populações.
Corroboro a tua intervenção, pois, através da intervenção da Tânia que acompanha Páras e Comandos num território tão perigoso como o Afeganistão, lembrei-me de vós (devido a alguns escritos teus lidos anteriormente e cuja realidade desconhecia) OPCOM’s que também acompanhavam os Páras durante a Guerra do Ultramar.
Sempre que te for oportuno, partilha connosco pormenores dessas arriscadas missões.
Saudações Especiais
Voos de Ligação:
1274 O EPÍTETO DE ANJOS…